Tuesday, October 09, 2018
Transgênicos: As Sementes do Mal - 1
Segue abaixo algumas informações contidas na Referência [1].
O milho que matou as vacas
O alemão Gottfried Glöckner, a partir de 1997, começou a plantar o milho transgênico Bt 176 da multinacional suíça de sementes e de produtos químicos Syngenta, para alimentar suas vacas leiteiras.
O milho Bt (Bt = Bacillus thuringiensis) provoca em toda a planta a produção de uma toxina que a protege contra a "lagarta do cartucho". O Bacillus Thuringiensis contido nas "plantas assassinas" destrói o aparelho digestivo dos insetos (e o que será que provoca no aparelho digestivo dos humanos?).
Por solicitação de Glöckner, um instituto público de análises constatou que o seu milho verde continha 8,3 mg de toxina por quilograma. O veneno foi encontrado em todo lugar, na urina, no esterco, bem como no sangue e nos gânglios linfáticos dos animais. Uma vez estando essas toxinas já presentes na estrutura do solo, na ração e no esterco, já não há como preservar sequer, os seres humanos. Análises do leite resultaram em comprovação de que também nele há elementos da toxina. Neste contexto, em outro laboratório, da Universidade de Göttingen, desapareceram, sem explicações, as amostras de tecidos fornecidas para a análise. Apesar de anos de tentativas para reverter essa situação, o rebanho de 70 cabeças finalmente teve que ser sacrificado, em 13 de dezembro de 2004.
Antes desse sacrifício final, causou estranheza ao agricultor que, em pleno verão, as vacas deixaram o pasto e se recolheram ao estábulo, permanecendo por lá. Elas poderiam ter-se locomovido à luz do sol, tomado ar fresco e comido pasto verde. Pela primeira vez, ele suspeitou que também o pasto pudesse estar contaminado com veneno. Até o ano de 2002, ele havia jogado anualmente esterco (envenenado) nas áreas verdes, contaminando assim também o pasto com as toxinas Bt. Portanto, as vacas não se contaminaram apenas pela alimentação com milho Bt 176, mas igualmente comendo a grama verde do pasto, bem como pela forragem ou o feno ensilado. Esse ciclo do envenenamento foi, inicialmente, negado pela Syngenta.
Nos EUA, em 2001, expirou o prazo da liberação do milho Bt 176. Na Europa, tanto na Áustria, quanto em Luxemburgo e na Itália, proibiram seu cultivo. Na Alemanha, o milho Bt 176 pode ser cultivado, exclusivamente, para experimentos. Com grande atraso, o Instituto Robert Koch, da Alemanha, determinou a suspensão da liberação dessa variedade de milho para circulação, incluindo seus derivados.
Cinco pesquisas realizadas nos EUA demonstraram, no Corn Belt, situado entre Kansas, Nebraska, perpassando Iowa, até Nova York, que borboletas estão sendo ameaçadas pelo milho transgênico. Nessas lavouras, são colhidos 88% de todo milho dos EUA. 45% deles (em 2005) foram das variedades Bt (Bt 11 da Syngenta e MON 810 da Monsanto). Primeiramente em laboratórios, depois também em ambiente natural, foi constatado que as larvas da borboleta Monarca tiveram elevado risco de mortalidade. A borboleta nasce com menor peso e, também, apresenta reduzida fertilidade. Quando essa informação foi divulgada na revista Nature e, posteriormente, também na grande mídia, ocorreram consideráveis quedas nas ações da Monsanto.
Já em outubro de 2004, em apressada decisão da Comissão Europeia, foi liberado um produto da Monsanto, o milho NK 603, para alimentação e forragem. Também esse caso carecia de estudos de longo prazo sobre os efeitos tóxicos para a saúde humana. Em setembro de 2004, a Comissão Europeia liberou a inscrição, na lista de variedades liberadas pela União Europeia, de 17 variedades de milho transfênico MON 810, da Monsanto. Também em Berlin, o Ministério da Agricultura permitiu, em fevereiro de 2005, a liberação do plantio e comercialização de seis variedades de milho transgênico das empresas Pioneer, Monsanto (EUA) e KWS (Alemanha), todos baseados na modificação transgênica MON 810.
A nocividade e os riscos dos alimentos e forragens transgênicas não foram suficientemente analisados, configurando, assim, um abuso contra os consumidores, ao fazer deles cobaias involuntárias e desinformadas. Os processos de liberação desses produtos não são padronizados e muito menos tornados públicos.
Lá no Canadá e nos EUA, a agricultura ecológica foi quase que completamente extinguida em função da contaminação transgênica. Um olhar na prática transgênica de 10 anos dos EUA deveria ser o suficiente para os políticos dos Estados Europeus posicionarem-se contra o cultivo de qualquer variedade de planta transgênica e a favor de sua proibição. Nenhuma das promessas originais dos transgênicos pôde ser honrada. Ocorreram e continuam ocorrendo perdas na colheita e, particularmente, verifica-se o aumento do uso de agrotóxicos. A coexistência entre cultivos convencionais e transgênicos revelou-se uma mera ilusão. Quase não existem mais variedades convencionais de boa qualidade no comércio.
No entanto, na Europa existem movimentos de resistência, tais como o Faucheurs Volontaires (ceifadores voluntários). Na Alemanha, a organização Gendreck-weg chama tais ações de "libertação de lavouras". O movimento de desobediência civil, surgido em 2003, no Larzac, conta hoje com cinco mil ativistas, os "libertadores de lavouras".
Por solicitação de Glöckner, um instituto público de análises constatou que o seu milho verde continha 8,3 mg de toxina por quilograma. O veneno foi encontrado em todo lugar, na urina, no esterco, bem como no sangue e nos gânglios linfáticos dos animais. Uma vez estando essas toxinas já presentes na estrutura do solo, na ração e no esterco, já não há como preservar sequer, os seres humanos. Análises do leite resultaram em comprovação de que também nele há elementos da toxina. Neste contexto, em outro laboratório, da Universidade de Göttingen, desapareceram, sem explicações, as amostras de tecidos fornecidas para a análise. Apesar de anos de tentativas para reverter essa situação, o rebanho de 70 cabeças finalmente teve que ser sacrificado, em 13 de dezembro de 2004.
Antes desse sacrifício final, causou estranheza ao agricultor que, em pleno verão, as vacas deixaram o pasto e se recolheram ao estábulo, permanecendo por lá. Elas poderiam ter-se locomovido à luz do sol, tomado ar fresco e comido pasto verde. Pela primeira vez, ele suspeitou que também o pasto pudesse estar contaminado com veneno. Até o ano de 2002, ele havia jogado anualmente esterco (envenenado) nas áreas verdes, contaminando assim também o pasto com as toxinas Bt. Portanto, as vacas não se contaminaram apenas pela alimentação com milho Bt 176, mas igualmente comendo a grama verde do pasto, bem como pela forragem ou o feno ensilado. Esse ciclo do envenenamento foi, inicialmente, negado pela Syngenta.
Nos EUA, em 2001, expirou o prazo da liberação do milho Bt 176. Na Europa, tanto na Áustria, quanto em Luxemburgo e na Itália, proibiram seu cultivo. Na Alemanha, o milho Bt 176 pode ser cultivado, exclusivamente, para experimentos. Com grande atraso, o Instituto Robert Koch, da Alemanha, determinou a suspensão da liberação dessa variedade de milho para circulação, incluindo seus derivados.
Cinco pesquisas realizadas nos EUA demonstraram, no Corn Belt, situado entre Kansas, Nebraska, perpassando Iowa, até Nova York, que borboletas estão sendo ameaçadas pelo milho transgênico. Nessas lavouras, são colhidos 88% de todo milho dos EUA. 45% deles (em 2005) foram das variedades Bt (Bt 11 da Syngenta e MON 810 da Monsanto). Primeiramente em laboratórios, depois também em ambiente natural, foi constatado que as larvas da borboleta Monarca tiveram elevado risco de mortalidade. A borboleta nasce com menor peso e, também, apresenta reduzida fertilidade. Quando essa informação foi divulgada na revista Nature e, posteriormente, também na grande mídia, ocorreram consideráveis quedas nas ações da Monsanto.
Já em outubro de 2004, em apressada decisão da Comissão Europeia, foi liberado um produto da Monsanto, o milho NK 603, para alimentação e forragem. Também esse caso carecia de estudos de longo prazo sobre os efeitos tóxicos para a saúde humana. Em setembro de 2004, a Comissão Europeia liberou a inscrição, na lista de variedades liberadas pela União Europeia, de 17 variedades de milho transfênico MON 810, da Monsanto. Também em Berlin, o Ministério da Agricultura permitiu, em fevereiro de 2005, a liberação do plantio e comercialização de seis variedades de milho transgênico das empresas Pioneer, Monsanto (EUA) e KWS (Alemanha), todos baseados na modificação transgênica MON 810.
A nocividade e os riscos dos alimentos e forragens transgênicas não foram suficientemente analisados, configurando, assim, um abuso contra os consumidores, ao fazer deles cobaias involuntárias e desinformadas. Os processos de liberação desses produtos não são padronizados e muito menos tornados públicos.
Lá no Canadá e nos EUA, a agricultura ecológica foi quase que completamente extinguida em função da contaminação transgênica. Um olhar na prática transgênica de 10 anos dos EUA deveria ser o suficiente para os políticos dos Estados Europeus posicionarem-se contra o cultivo de qualquer variedade de planta transgênica e a favor de sua proibição. Nenhuma das promessas originais dos transgênicos pôde ser honrada. Ocorreram e continuam ocorrendo perdas na colheita e, particularmente, verifica-se o aumento do uso de agrotóxicos. A coexistência entre cultivos convencionais e transgênicos revelou-se uma mera ilusão. Quase não existem mais variedades convencionais de boa qualidade no comércio.
No entanto, na Europa existem movimentos de resistência, tais como o Faucheurs Volontaires (ceifadores voluntários). Na Alemanha, a organização Gendreck-weg chama tais ações de "libertação de lavouras". O movimento de desobediência civil, surgido em 2003, no Larzac, conta hoje com cinco mil ativistas, os "libertadores de lavouras".
Referência:
[1] Antônio Inácio Andrioli e Richard Fuchs, Transgênicos: As Sementes do Mal - A silenciosa contaminação dos solos e alimentos, Editora Expressão Popular, abril de 2018. ISBN: 978-85-7743-061-1.
Labels: milho, Monsanto, Syngenta, transgênico, vacas
Friday, November 01, 2013
O Governo Escravagista
O governo de todos os países não deseja que a população (nós, os escravos) se revolte contra seus ditames. Para isso, uma série de medidas são tomadas. Deve ser claro para as pessoas que os governos modernos não desejam que ocorra a evolução da consciência humana (para que não haja revolta contra a ditadura imposta) e, especialmente, que não ocorra a extensão da vida de cada um (que ocorre com a melhoria da saúde individual), para não inviabilizar o programa de aposentadoria do governo.
Inúmeras evidências estão disponíveis, por exemplo, sobre a perpetuação da escravização química (principalmente, através da alimentação) da população desavisada. Um exemplo recente, por exemplo, refere-se à empresa norte-americana Monsanto que está inundando o suprimento mundial de alimentos com organismos/alimentos geneticamente modificados (GMO ou OGM, em português), que foi provado causar graves prejuizos em uma descoberta recente envolvendo porcos, cujos tratos digestivos são bem similares aos humanos. De acordo com o estudo, os pesquisadores descobriram um aumento estatisticamente significativo na inflamação severa do estômago; cerca de 2,5 vezes maior em porcos que foram alimentados com os grãos manipulados geneticamente quando comparado com os grãos não manipulados. Adicionalmente, o peso do útero dos porcos era 25% maior em porcos alimentados com GMO, um assunto que pode levar a problemas com o sistema hormonal e reprodutivo do porco, dito por Michael Hansen, cientista do Consumer's Union Senior Staff [1].
A substância química ideal que um governante daria apoio alegremente é aquela que relega a população leal ao governante, suprima a vontade de revolta mesmo sob condições muito severas e, ao mesmo tempo, mantenha o sujeito em um nível funcional para as tarefas alocadas. Portanto, é de se esperar ver substâncias em circulação que suprime a consciência humana, enquanto ao mesmo tempo ficam consideradas fora da lei aquelas que elevam a consciência. Flúor na água pública, açúcar, tabaco, álcool e cafeína estão fortemente presentes nas sociedades modernas, enquanto substâncias que eram tradicionalmente usadas pelos nativos norte-americanos para elevar/mudar a consciência, tais como certos cogumelos, peyote e maconha (hempt) são proibidos atualmente nos Estados Unidos.
O nosso corpo é todo controlado por sinais eletromagnéticos gerados interiormente. O cérebro humano, por exemplo, funciona com frequências na faixa de 0 a 20 Hz, como registrado e mostrado em dispositivos médicos tais como o eletroencefalograma (EEG). Que ocorre com o cérebro humano quando exposto a frequências eletromagnéticas externas que estão dentro desta faixa do EEG? Se, além disso, determinadas informações forem moduladas nesta frequência externa que sejam desmoduladas biologicamente pelos seres humanos, desta forma colocando "pensamentos subconscientes" dentro da mente humana? Esta tática eletromagnética subversiva já está sendo usada pelo governo dos Estados Unidos através do programa HAARP (High frequency Active Auroral Research Program), com instalações físicas localizadas em Gakona, Alaska, consistindo de uma rede de antenas que pode afetar a consciência humana em grande escala.
Vários métodos de controle e escravização foram projetados pelos governos para controlar seus súditos, entre os quais podemos citar a dependência química (água pública, chemtrails, etc), escravização econômica e manipulação ativa das funções mentais usando sinais eletromagnéticos externos com frequências e potências adequadas, todos atuando para suprimir a consciência humana e perpetuar a classe dirigente. A maioria dos humanos é vitima inconsciente do grau de controle a que estão submetidos e pensam ter uma liberdade, que basicamente é apenas uma ilusão.
Referência:
[1] Gerald Clark, The Anunnaki of Nibiru - Mankind's Forgotten Creators, Enslavers, Destroyers, Saviors, and Hidden Architects of the New World Order, 2013. ISBN: 1491211229.
Labels: chemtrails, consciência, escravidão, fluor, GMO, HAARP, mente, Monsanto

