Friday, November 01, 2013

 

O Governo Escravagista


O governo de todos os países não deseja que a população (nós, os escravos) se revolte contra seus ditames. Para isso, uma série de medidas são tomadas. Deve ser claro para as pessoas que os governos modernos não desejam que ocorra a evolução da consciência humana (para que não haja revolta contra a ditadura imposta) e, especialmente, que não ocorra a extensão da vida de cada um (que ocorre com a melhoria da saúde individual), para não inviabilizar o programa de aposentadoria do governo.

Inúmeras evidências estão disponíveis, por exemplo, sobre a perpetuação da escravização química (principalmente, através da alimentação) da população desavisada. Um exemplo recente, por exemplo, refere-se à empresa norte-americana Monsanto que está inundando o suprimento mundial de alimentos com organismos/alimentos geneticamente modificados (GMO ou OGM, em português), que foi provado causar graves prejuizos em uma descoberta recente envolvendo porcos, cujos tratos digestivos são bem similares aos humanos. De acordo com o estudo, os pesquisadores descobriram um aumento estatisticamente significativo na inflamação severa do estômago; cerca de 2,5 vezes maior em porcos que foram alimentados com os grãos manipulados geneticamente quando comparado com os grãos não manipulados. Adicionalmente, o peso do útero dos porcos era 25% maior em porcos alimentados com GMO, um assunto que pode levar a problemas com o sistema hormonal e reprodutivo do porco, dito por Michael Hansen, cientista do Consumer's Union Senior Staff [1].

A substância química ideal que um governante daria apoio alegremente é aquela que relega a população leal ao governante, suprima a vontade de revolta mesmo sob condições muito severas e, ao mesmo tempo, mantenha o sujeito em um nível funcional para as tarefas alocadas. Portanto, é de se esperar ver substâncias em circulação que suprime a consciência humana, enquanto ao mesmo tempo ficam consideradas fora da lei aquelas que elevam a consciência.  Flúor na água pública, açúcar, tabaco, álcool e cafeína estão fortemente presentes nas sociedades modernas, enquanto substâncias que eram tradicionalmente usadas pelos nativos norte-americanos para elevar/mudar a consciência, tais como certos cogumelos, peyote e maconha (hempt) são proibidos atualmente nos Estados Unidos.

O nosso corpo é todo controlado por sinais eletromagnéticos gerados interiormente. O cérebro humano, por exemplo, funciona com frequências na faixa de 0 a 20 Hz, como registrado e mostrado em dispositivos médicos tais como o eletroencefalograma (EEG). Que ocorre com o cérebro humano quando exposto a frequências eletromagnéticas externas que estão dentro desta faixa do EEG? Se, além disso, determinadas informações forem moduladas nesta frequência externa que sejam desmoduladas biologicamente pelos seres humanos, desta forma colocando "pensamentos subconscientes" dentro da mente humana? Esta tática eletromagnética subversiva já está sendo usada pelo governo dos Estados Unidos através do programa HAARP (High frequency Active Auroral Research Program), com instalações físicas localizadas em Gakona, Alaska, consistindo de uma rede de antenas que pode afetar a consciência humana em grande escala.

Vários métodos de controle e escravização foram projetados pelos governos para controlar seus súditos, entre os quais podemos citar a dependência química (água pública, chemtrails, etc), escravização econômica e manipulação ativa das funções mentais usando sinais eletromagnéticos externos com frequências e potências adequadas, todos atuando para suprimir a consciência humana e perpetuar a classe dirigente. A maioria dos humanos é vitima inconsciente do grau de controle a que estão submetidos e pensam ter uma liberdade, que basicamente é apenas uma ilusão.

Referência:
[1] Gerald Clark, The Anunnaki of Nibiru - Mankind's Forgotten Creators, Enslavers, Destroyers, Saviors, and Hidden Architects of the New World Order, 2013. ISBN: 1491211229.

Labels: , , , , , , ,


Comments: Post a Comment

<< Home

This page is powered by Blogger. Isn't yours?