quarta-feira, novembro 25, 2009

 

O Fim da Espécie Humana?

"O que você não vê pode estar te prejudicando"

Segundo este filme documentário canadense [1], o nascimento de meninos está diminuindo muito mais que os nascimento de meninas devido à presença de muitos produtos químicos industrializados (principalmente derivados do petróleo, como os plásticos) presentes no nosso meio ambiente, que afetam mais o sexo masculino que o feminino. Ocorrem muito mais abortos de fetos masculinos do que femininos. Isto pode chegar a levar à extinção da raça humana neste planeta, se nada for feito a esse respeito. Veja o vídeo "The Disappearing Male" (O macho em desaparecimento), citado acima, para maiores detalhes. Este mesmo efeito está também ocorrendo com animais do sexo masculino, como sapos, peixes e jacarés.

Em um levantamento mensal que eu fiz do ano de 2001 até o presente (período de nove anos), aqui na cidade de Campinas-SP, sempre há um maior número de falecimentos masculinos que femininos, na faixa de menor idade e no total de falecimentos, todos os meses [2]. Isto se coaduna com a tendência geral de declínio do sexo masculino, indicada no documentário citado acima.

Referência:
[1] http://video.google.com/videoplay?docid=7530701744597358451&ei=7qkNS6fsD4eWqwL9g9kK&q=The+Disappearing+Male+#
[2] Resultados parciais desta minha pesquisa podem ser encontrados em:
1. http://saudeperfeitarfs.blogspot.com/2009/05/o-ultimo-suspiro-1.html
2. http://saudeperfeitarfs.blogspot.com/2009/05/o-ultimo-suspiro-2.html

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quinta-feira, julho 16, 2009

 

O Último Suspiro - 3


Já analisamos os dados diários de falecimentos e dados climáticos (temperatura máxima diária, precipitação e poluição) referentes a todos os meses de 2002, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007 e 2008, na cidade de Campinas-SP. Podemos tirar algumas conclusões:

1. Em todos esses 84 meses, sem exceção, sempre morreram mais pessoas do sexo masculino do que do sexo feminino, em cada mês analisado. Eis a média mensal do excesso de falecimentos masculino sobre o feminino nesses anos analisados:

2002: 65,08/mês
2003: 64,92/mês
2004: 50,42/mês
2005: 62,2/mês
2006: 49,0/mês [significado: na média, em cada mês de 2006, faleceram 49 homens a mais que os falecimentos femininos]
2007: 52,7/mês
2008: 53,8/mês

2. Em geral, a cada ano que passa, aumenta o número médio de mortes mensais desse ano:

2002: 387,7 falecimentos/mês, em média.
2003: 389,1 falecimentos/mês, em média.
2004: 405,4 falecimentos/mês, em média.
2005: 412,0 falecimentos/mês, em média.
2006: 390,5 falecimentos/mês, em média.
2007: 426,0 falecimentos/mês, em média (aumento de 9,1% sobre ano anterior)
2008: 445,5 falecimentos/mês, em média (aumento de 4,6% sobre ano anterior)
2009: 464,3 falecimentos/mês, na média dos 6 primeiros meses (aumento de 4,2% sobre ano anterior)

Existem duas possíveis explicações para esse comportamento: aumento natural da população ou degradação das condições ambientais. No entanto, não acredito que a população da cidade de Campinas tenha aumentado na mesma percentagem do aumento médio de falecimentos. Portanto, sobra a hipótese de degradação das condições ambientais.

3. Apesar de todo o alarde recente com relação ao aquecimento global, parece que estamos entrando, nos últimos anos, numa nova era glacial. Veja o valor da temperatura máxima média anual desses anos analisados:

2002: 29,08 graus Celsius
2003: 28,56 graus Celsius
2004: 27,77 graus Celsius
2005: 28,77 graus Celsius
2006: 28,25 graus Celsius
2007: 27,97 graus Celsius
2008: 27,53 graus Celsius

4. A poluição do ar é medida, no centro da cidade de Campinas, pela CETESB. Veja os índices médios mensais de poluição, da CETESB, disponíveis para os anos analisados:

2003: 36,48
2004: 32,14
2005: 28,69
2006: 36,01
2007: 36,80
2008: 34,47*

5. A precipitação de chuva é medida por uma estação meteorológica sediada na Unicamp. Veja os valores médios mensais dos anos analisados:

2002: 3,37 mm/mês
2003: 3,27 mm/mês
2004: 4,17 mm/mês
2005: 4,32 mm/mês
2006: 4,50 mm/mês
2007: 4,77 mm/mês
2008: 4,67 mm/mês*

Comparando-se essas taxas de precipitação pluviométrica com os índices de poluição atmosférica (apresentados no item 4) pode-se concluir que, em geral, as chuvas aumentam quando aumenta a poluição. Chuva seria, portanto, um mecanismo natural que ocorre para baixar a poluição atmosférica.

6. Já tiramos outras conclusões, mas iremos apresentá-las posteriormente, quando tivermos computado os valores numéricos associados a essas características.

* Talvez estes valores mais reduzidos já reflitam uma consequência (benéfica, neste caso) do desaquecimento econômico que afetou o Brasil em 2008.

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segunda-feira, junho 08, 2009

 

Temperatura e Falecimentos


EFEITO HILDE


Tudo no Universo é feito de energia. Existe um Princípio Universal que afirma que a energia total do Universo permanece constante indefinidamente (Princípio da Conservação da Energia). O corpo humano vivo armazena parte dessa energia universal, que ele libera no instante da morte. Cientistas afirmam que o equivalente relativístico [ E = mc2 ] dessa energia é igual a 21 gramas, quantidade perdida pela pessoa entre o instante anterior e o instante posterior à morte. Quando a pessoa morre, essa energia espiritual dirige-se imediatamente ao local em que a pessoa tinha seus sentimentos ativos mais recentes, uma espécie de resquício do efeito psicosomático sempre atuante em vida. O local geográfico que recebe esse afluxo espiritual tem suas condições atmosféricas ambientais alteradas, podendo ocorrer, por exemplo, um aumento da temperatura ambiente.


Provas (ou indícios) que confirmam isso?


  1. Um bom número de pessoas sentiu um desconfortável aumento da temperatura ambiente na cidade do Rio de Janeiro, logo após a queda do avião da Air France, que tinha saído dessa cidade horas antes, com os passageiros, portanto, com sentimentos recentes voltados para aquela cidade.

  1. Investiguei uma grande quantidade de meses e identifiquei um boa correlação entre aumento de temperatura e aumento de falecimentos na cidade de Campinas-SP.
  2. Alguns investigadores afirmam que o interior da Terra é oco e habitado por seres humanos espiritualmente evoluídos e, como consequência, a tempertura ambiente naquele local é sempre amena e constante.
  3. Nas estatísticas da Organização das Nações Unidas (ONU), todos os países deste planeta com menor longevidade média encontram-se na África, que possuem também as maiores temperaturas ambientais médias.

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quinta-feira, maio 21, 2009

 

O Último Suspiro - 2


Um outro conjunto de dados que não tem um significado relevante, como indicador de tendências, quando observado em apenas um mês isolado, são as ocorrências diárias das idades máxima e mínima das pessoas que falecem em um dado dia. Aqui, no entanto, como já analisei um bom conjunto de meses (22), pude identificar uma tendência quase unânime (apenas com exceção em um mês): as idades diárias máximas são lideradas pelas mulheres em todos os meses; já as idades diárias mínimas são sempre lideradas pelas pessoas do sexo masculino. Para o mês de abril de 2009 temos os seguintes dados:

Idades máximas: 19f [ 81 <----> 103 ; média = 90,8 anos ] e 13m [ 79 <----> 98 ; 89,5 anos ] [Significado: em 19 dias do mês as mulheres tiveram a idade máxima de falecimento, variando entre 81 e 103 anos, com uma média de idade de 90,8 anos; em 13 dias do mês, os homens tiveram a idade mais elevada, variando entre 79 e 98 anos, com média de 89,5 anos]; média total (sem distinção de sexo) = 90,3 anos. Para registro: houve o falecimento de apenas uma pessoa centenária, do sexo feminino, no mês de abril de 2009, com a idade de 103 anos.

Idades mínimas: 10f [ 3 dias <----> 44; média = 20,1 ] e 21m [ 00 <----> 64 ; 19,6; 00 = natimortos, que ocorreram dois neste mês de abril/2009]; média total = 18,9 anos.

Vamos, agora, tentar identificar a influência das variáveis climáticas nos falecimentos diários das pessoas. Conseguimos colher quatro tipos de parâmetros climáticos diários para cruzarmos com os falecimentos diários: temperatura máxima (ou mínima), precipitação pluviométrica, pressão barométrica e poluição atmosférica. Precisamos, inicialmente, identificar quais as tendências dessas variáveis na mortandade das pessoas.

Temperatura máxima diária: Em um país tropical (quente), como o Brasil, um aumento adicional na temperatura ambiente coloca uma tensão adicional no corpo das pessoas, o que deve contribuir para uma maior mortandade humana. A região mais quente do Brasil (Nordeste) é onde existe a menor expectativa de vida, em média, ... A África, o continente mais quente do planeta, é onde existe a menor expectativa de vida...

Precipitação pluviométrica: Só existe vida onde há a presença de água. Quando ocorre chuva, há uma maior densidade de moléculas de água (H2O) no ar ambiente, o que funciona a favor da vida. Portanto, o aumento da precipitação pluviométrica deve contribuir para diminuir o número de mortes das pessoas. Em vista disto, pense um pouco sobre os possíveis efeitos de umidificadores e de aparelhos de ar condicionado na sua vida...

Pressão barométrica: A maior densidade de pessoas centenárias ocorre em regiões montanhosas elevadas, onde a pressão barométrica do ambiente é baixa. A pressão ambiente é máxima ao nível dos oceanos. Portanto, a queda da pressão atmosférica diminui a tensão exercida sobre o corpo, o que deve contribuir para preservá-lo.

Poluição atmosférica: Aqui não há qualquer dúvida: quanto maior a poluição atmosférica, maior a agressão exercida sobre o corpo, contribuindo para matá-lo.

Minhas fontes de dados para esses quatro parâmetros ambientais foram o endereço eletrônico do Agritempo [1], do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, do governo federal, de onde foram colhidos os dados sobre temperatura máxima (em graus Celsius) e grau de precipitação pluviométrica (em milímetros), colhidos na estação do Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (CEPAGRI/Unicamp) [2] , localizada no câmpus da Unicamp, em Campinas. Os dados diários da pressão barométrica também foram obtidos de [2]. Os dados sobre a poluição atmosférica de Campinas foram obtidos do endereço eletrônico da CETESB (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), do governo do Estado de São Paulo [3].

Convém notar que cada pessoa possui uma sensitividade diferente com relação a cada um dos quatro parâmetros selecionados para acompanhamento. Em particular, parece que o sexo feminino e o masculino possuem esta diferença de sensibilidade. Por que digo isso? Porque nos gráficos de falecimentos mensais é comum que as variações de falecimentos masculino e feminino, no mesmo intervalo temporal de dias sucessivos, não ocorram no mesmo sentido (permaneçam estáveis, subam ou caiam). Existem, também, uma certa imprecisão na aplicação dos dados utilizados: muitos desses dados ambientais são fornecidos para muitos horários ao longo do dia, mas nós arbitramos escolher o dado utilisado referente a um horário fixo, já que os falecimentos não são informados com o horário de sua ocorrência. Por exemplo, os dados de pressão atmosférica são disponibilizados ao longo de todo o dia, mas arbitramos usar apenas o valor referente ao meio-dia (12:00 hs).

Vejamos o que ocorreu no mês de abril de 2009, quando cruzamos os dados meteorológicos diários com os falecimentos diários desse mês.

O mês de abril possui 30 dias e, portanto, 29 possíveis variações temporais entre seus dias consecutivos. São as 29 variações consecutivas de falecimentos (masculinos, femininos e total) que iremos confrontar com as 29 possíveis variações consecutivas dos quatro parâmetros climáticos selecionados para análise.

Das 29 variações mensais possíveis, o sexo feminino teve 12 quedas (do número de falecimentos), 15 subidas e 2 ocasiões de estabilidade (de não-variação do número de mortes); para o sexo masculino tivemos 15 quedas, 11 aumentos e 3 estabilidades; no total, sem distinção de sexo, tivemos 13 quedas, 15 subidas e uma estabilidade. Em todo o mês, apenas em 8 ocasiões as três variações (F, M, T) ocorreram no mesmo sentido, correspondendo a 8/29 = 27,6% das situações. Dessas 8 ocasiões, 3 corresponderam a subidas e 5 a quedas no número de falecimentos. Nos 3 casos de subidas, a poluição foi o fator justificante nas 3 ocasiões, a pressão atmosférica justificou 2 dessas 3 variações e a temperatura máxima ambiente justificou a subida em uma ocasião. Nas 5 quedas as justificativas envolveram 2 temperaturas, 2 pressões atmosféricas, 2 precipitações pluviométricas e 1 poluição atmosférica.

No mês inteiro de abril/2009, a temperatura, como fator causal de falecimento, esteve envolvida em 11 ocasiões (37,9%), para o sexo feminino, 15 vezes (51,7%) para o sexo masculino e 18 vezes (62,1%) no total (sem considerar distinção de sexo) na justificativa da variação dos falecimentos do mês. Abaixo apresentamos a coleção completa dos 4 parâmetros utilizados na justificação dos falecimentos, com seus números de vezes que foram usados nessa justificação:

Feminino/Masculino/Total

Temperatura máxima: 11(37,9%) 15(51,7%) 18(62,1%)
Poluição atmosférica: 10(34,5%) 17(58,6%) 14(48,3%)
Pressão barométrica: 15(51,7%) 9(31,0%) 10(34,5%)
Precipitação de chuva: 4(44,4%) 4(44,4%) 5(55,5%)

Vale o seguinte comentário sobre a precipitação pluviométrica: durante o mês de abril de 2009 houve apenas 6 ocasiões com precipitações não-nulas; nos demais 24 dias do mês houve precipitação nula em Campinas. Portanto, houve apenas 9 variações de precipitações pluviométricas no mês, o que justifica os valores mostrados acima [ 4/9 = 44,4% e 5/9 = 55,5%].

Alguns comentários sobre os números acima: a temperatura máxima diária é o fator que mais justificou os falecimentos (62,1% das ocasiões) deste mês de abril, quando não fazemos distinção entre os sexos. O sexo masculino foi mais sensível (morreu mais devido) à poluição atmosférica (58,6%) e o sexo feminino à pressão barométrica ambiente (51,7%). A precipitação de chuva tem uma boa porcentagem de acerto na justificativa dos falecimentos diários (55,5%). Fazendo a combinação de todos os quatro fatores climáticos mencionados acima, é possível justificar 26 variações de falecimentos femininos (de um total de 29 possibilidades no mês, correspondendo a 26/29 = 89,6% de previsões corretas), 27 variações dos falecimentos masculinos (93,1%) e 26 das variações dos falecimentos totais (89,6%), quando não se faz distinção de sexo.

[continua]

Referências:
[1] http://www.agritempo.gov.br/
[2] http://www.cpa.unicamp.br/
[3] http://www.cetesb.sp.gov.br/Ar/ar_boletim_mensal.asp

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terça-feira, maio 19, 2009

 

O Último Suspiro -1

"Nada ocorre por mero acaso"

Depois de uma vida inteira praticando atos danosos ao nosso corpo, o último empurrão, que nos joga para dentro do túmulo (nos mata), é dado pelas condições do meio ambiente em que se vive. Para tentar identificar quais são essas variáveis ambientais e sua importância relativa, procurei inicialmente os dados de falecimentos oficiais diários ocorridos na cidade de Campinas-SP (Brasil). Esses dados estão disponíveis na internet [1], fornecidos pela Prefeitura Municipal de Campinas, através do órgão chamado Serviços Técnicos Gerais (SETEC).

Inicialmente, levantei os dados diários de falecimentos do sexo masculino e feminino, para vários meses (indicados abaixo). Uma constatação imediata: em todos os meses, sem exceção, morrem mais homens que mulheres em Campinas. Portanto, Campinas está ficando uma cidade mais feminina, com o passar do tempo (não acredito que haja um excesso de nascimentos masculinos que compense este efeito, já que também há uma maior número de falecimentos de crianças do sexo masculino, como veremos posteriormente). Acredito que isto seja uma tendência global, que os leitores deste blog podem levantar e constatar em seu município. Eis os meses em que eu compilei, até o momento, esses números sobre falecimentos:


Feminino/Masculino/Total/+Masculino/Temp.Máx.Média/(Dif.Temp)*/Poluição**/Chuva***

Abril 2010 182 235 417 53 29,18 (0,30)* 33,59** 1,93***
Março 2010 202 214 416 12 31,39 (-0,05) 28,82 5,43
Fevereiro 2010 210 203 413 -7 33,06 (+1,96) 25,27 2,23
Janeiro 2010 198 243 441 45 31,22 (+1,72) 22,44 9,02
--------------------------------------------------------------------
Dezembro 2009 202 239 441 37 30,54 (-0,26) --- 11,14
Novembro 2009 211 268 479 57 31,98 (+2,12) --- 11,14
Outubro 2009 212 238 450 26 29,44 (-0,30) 29,71 3,03
Setembro 2009 192 235 427 43 27,94 (+1,04) 31,9 4,76
Agosto 2009 241 257 498 16 26,49 (-0,33) 30,8 2,56
Julho 2009 234 288 522 54 23,67 (-2,07) 30,4 3,13
Junho 2009 225 270 495 45 22,86 (-1,44) 33,0 2,72
Maio 2009 229 263 492 34 27,92 (+4,16) 34,9 2,18
Abril 2009
193 251 444 58 28,88 (+2,10) 30,4 1,10
Março 2009 213 251 464 38 31,44 (+3,16) 31,0 3,83
Fevereiro 2009 209 247 456 38 31,10 (+2,02) 29,5 11,20
Janeiro 2009 199 236 435 37 29,50 (+1,24) 24,2 12,83
-------------------------------------------------------------
Dezembro 2008 194 262 456 68 30,80 (+1,08) 28,35 9,01
Novembro 2008 206 250 456 44 29,86 (+2,14) 28,00 3,83
Outubro 2008 206 282 488 76 29,74 (-0,91) 34,59 3,80
Setembro 2008 189 253 442 64 26,90 (-2,49) 35,83 1,60
Agosto 2008 240 254 494 14 26,82 (-1,36) 40,69 2,31
Julho 2008 (Aprox.) 200 234 434 34 25,74 (+2,25) 47,70 0,00
Junho 2008 160 214 374 54 24,30 (-1,34) 39,73 2,85
Maio 2008 214 302 516 88 23,76 (-0,65) 40,10 1,81
Abril 2008 190 252 442 62 26,78 (-1,70) 30,80 5,34
Março 2008 203 221 424 18 28,28 (-2,42) 29,90 6,22
Fevereiro 2008 165 215 380 50 29,08 (-1,35) 29,00 10,20
Janeiro 2008 177 251 428 74 28,26 (+0,45) 28,90 9,13
-------------------------------------------------------------
Dezembro 2007 213 257 470 44 29,72 (+0,15) 30,30 4,37
Novembro 2007 165 242 407 77 27,72 (-1,18) 33,60 7,00
Outubro 2007 201 231 432 30 30,65 (+1,85) 46,80 3,62
Setembro 2007 176 236 412 60 29,39 (+2,15) 52,30 0,13
Agosto 2007 189 260 449 71 27,18 (-0,31) 46,60 0,00
Julho 2007 208 271 479 63 23,49 (-2,55) 36,20 7,34
Junho 2007 186 235 421 49 25,64 (+0,32) 42,80 1,27
Maio 2007 213 261 474 48 24,41 (-0,43) 34,00 2,43
Abril 2007
164 209 373 45 28,48 (+0,37) 33,00 3,14
Março 2007
170 247 417 77 30,70 (+0,03) 32,70 5,48
Fevereiro 2007
165 218 383 53 30,43 (-0,19) 28,50 7,18
Janeiro 2007 190 205 395 15 27,81 (-3,70) 24,80 15,35
-------------------------------------------------------------
Dezembro 2006 170 200 370 30 29,57 (+0,03) 26,80 6,40
Novembro 2006 183 248 431 65 28,80 (-0,71) 33,90 9,61
Outubro 2006 158 200 358 42 28,80 (-1,70) 36,60 3,40
Setembro 2006 182 237 419 55 27,24 (+0,25) 42,50 3,40
Agosto 2006 164 212 376 48 27,49 (-1,49) 46,20 0,40
Julho 2006 234 262 496 28 26,04 (+1,18) 46,40 1,57
Junho 2006 205 262 467 57 25,32 (-1,24) 44,80 0,76
Maio 2006 200 257 457 57 24,84 (-2,74) 42,80 0,13
Abril 2006 157 209 366 52 28,11 (-1,96) 34,90 0,86
Março 2006 122 167 289 45 30,67 (+0,36) 32,60 8,92
Fevereiro 2006 134 197 331 63 30,62 (-0,84) 21,50 9,35
Janeiro 2006 140 186 326 46 31,51 (+2,61) 23,10 9,21
-------------------------------------------------------------
Dezembro 2005 79 106 185 27 29,54 (-0,02) 22,23 5,39
Novembro 2005 125 166 291 41 29,51 (+0,48) 23,77 1,33
Outubro 2005 204 246 450 42 30,50 (+3,43) 29,06 6,78
Setembro 2005 150 215 365 65 26,99 (-5,10) 31,62 1,72
Agosto 2005 195 258 453 63 28,98 (+1,79) 40,35 0,31
Julho 2005 229 305 534 76 24,86 (+1,29) 29,61 0,15
Junho 2005 193 282 475 89 26,56 (+2,09) 29,38 1,60
Maio 2005 207 267 474 60 27,58 (+3,81) 31,34 6,19
Abril 2005 168 239 407 71 30,07 (+1,28) 30,97 1,41
Março 2005 194 301 495 107 30,31 (+1,07) 27,94 11,20
Fevereiro 2005 184 229 413 45 31,46 (+2,03) 26,20 2,09
Janeiro 2005 171 231 402 60 28,90 (-0,13) 21,77 13,70
--------------------------------------------------------------
Dezembro 2004 151 253 404 102 29,56 (-0,83) 26,58 7,87
Novembro 2004 162 214 376 52 29,03 (-0,08) 27,17 5,17
Outubro 2004 160 218 378 58 27,07 (-2,68) 30,58 7,53
Setembro 2004 157 189 346 32 32,09 (+3,28) 38,32 0,55
Agosto 2004 200 206 406 06 27,19 (+1,55) 45,97 0,00
Julho 2004 212 241 453 29 23,57 (-2,71) 32,42 3,57
Junho 2004 213 269 482 56 24,47 (-2,84) 33,20 2,71
Maio 2004 202 288 490 86 23,77 (-1,66) 28,13 2,89
Abril 2004 153 212 365 59 28,79 (+0,20) 30,33 2,75
Março 2004 193 239 432 46 29,24 (-0,54) 32,65 2,18
Fevereiro 2004 156 196 352 40 29,43 (-2,81) 29,48 7,11
Janeiro 2004 171 210 381 39 29,03 (-0,41) 30,84 7,70
---------------------------------------------------------------
Dezembro 2003 147 225 372 78 30,39 (-0,64) 27,23 7,75
Novembro 2003 153 208 361 55 29,11 (-0,45) 34,40 5,31
Outubro 2003 153 226 379 73 29,75 (-2,69) 21,40 2,91
Setembro 2003 156 212 368 56 28,81 (+1,73) 32,28 0,62
Agosto 2003 170 211 381 41 25,64 (-2,96) 41,30 0,55
Julho 2003 209 226 435 17 26,28 (+1,14) 54,00 0,48
Junho 2003 168 259 427 91 27,31 (-0,20) 48,22 0,71
Maio 2003 185 261 446 76 25,43 (-0,88) 34,57 1,37
Abril 2003 137 201 338 64 28,59 (-3,09) 40,60 1,61
Março 2003 132 173 305 41 29,78 (-1,54) 33,94 3,01
Fevereiro 2003 177 274 451 97 32,24 (+3,67) 38,65 6,83
Janeiro 2003 158 248 406 90 29,44 (-0,27) 31,19 8,06
---------------------------------------------------------------
Dezembro 2002 151 259 410 108 31,03 (+2,11) -- 5,77
Novembro 2002 163 218 381 55 29,56 (-0,68) -- 6,14
Outubro 2002 201 250 451 49 32,44 (+3,46) -- 0,19
Setembro 2002 177 260 437 83 27,08 (-0,60) -- 1,63
Agosto 2002 165 239 404 74 28,60 (+0,98) -- 2,29
Julho 2002 186 266 452 80 25,14 (-0,40) -- 0,22
Junho 2002 179 239 418 60 27,51 (+1,82) -- 0,00
Maio 2002 132 224 356 92 26,31 (+0,41) -- 2,38
Abril 2002 140 213 353 73 31,68 (-) -- 0,97
Março 2002 164 216 380 52 31,32 (-) -- 4,93
Fevereiro 2002 127 176 303 49 28,57 (-) -- 5,84
Janeiro 2002 151 157 308 06 29,71 (-) -- 10,08
----------------------------------------------------------------
Dezembro 2001 117 181 298 64 28,92 (-) -- 5,00
Novembro 2001 120 161 281 41 30,24 (-) -- 3,66
Outubro 2001 87 106 193 19 28,98 (-) -- 6,81
Setembro 2001 110 174 284 64 27,68 (-) -- 2,33
Agosto 2001 136 216 352 80 27,62 (-) -- 0,84
Julho 2001 142 201 343 59 25,54 (-) -- 0,73
Junho 2001 129 153 282 24 25,69 (-) -- 1,27
Maio 2001 141 198 339 57 25,90 (-) -- 2,65
-----------------------------------------------------------------
Observação: A convenção de cores usada acima é:

verde claro = mínimo do ano
verde escuro = mínimo global (de todos os anos analisados e aqui apresentados)
vermelho claro = máximo do ano
vermelho escuro = máximo global
-----------------------------------------------------------------

*Número entre parênteses é a diferença, em graus Celsius, entre a média das temperaturas máximas dos dias do mês e o valor correspondente do ano anterior. Percebe-se claramente um aumento dessa temperatura média em 2009, quando comparada com 2008.

**Índice médio de poluição atmosférica, medido pela CETESB no centro da cidade de Campinas. De 0 a 50 a qualidade do ar é considerada "boa" e de 51 a 100 é considerada "regular".

***Taxa média de precipitação pluviométrica (chuva) do mês, em milímetros.

(Obs: O editor do Google formata do jeito que ele quer, e não do jeito que eu quero, que eu digito; os números ao lado do mês, separados por espaços em branco, seguem a ordem do título mostrado em marrom, onde Temp.Máx.Média refere-se ao valor médio das temperaturas máximas diárias do referido mês, em graus Celsius)

O próximo passo foi colocar em um gráfico os falecimentos diários de cada mês, para poder cruzar facilmente as variações dos falecimentos diários com as variações dos dados climáticos/ambientais diários. No gráfico abaixo estão colocados os falecimentos diários total (linha preta) e femininos (linha verde) referentes ao mês de abril de 2009, na cidade de Campinas.





(Duplo clique no gráfico amplia a sua apresentação)

Como a Lua é responsável pelas marés oceânicas (maré alta e maré baixa), começei a investigar se haveria alguma influência da fase da Lua nas mortes de pessoas. Aqui surge um problema: não existe um número fixo (7) de dias entre os picos das fases lunares. Portanto, o número total de mortes por fase da Lua ocorrem, em geral, em número distintos de dias. Para amenizar este problema, dividi o número total de mortes em cada fase lunar pelo número de dias da respectiva fase, obtendo um número médio de mortes por dia daquela fase lunar. Para o mês de abril/2009 obteve-se os seguintes resultados:

Fase: Quarto Crescente ----> 15,57/dia
Fase: Cheia ----> 13,71/dia (mín)
Fase: Minguante ----> 13,75/dia
Fase: Nova ----> 16,12/dia (máx)

Portanto, no mês de abril de 2009, o máximo de falecimentos, aqui em Campinas, ocorreu na Lua Nova (16,12 falecimentos por dia, em média) e o mínimo na Lua Cheia. Tomados isoladamente, para um dado mês, esses números nada significam. Para identificar se existe uma correlação entre fases da Lua com os falecimentos, precisamos ter esses resultados para um grande número de meses, o que faremos com o passar do tempo.

Assim como esses números associados às fases da Lua, um outro conjunto de números que não possuem grande significado para um mês isolado em particular, são as mortes que ocorrem, em média, em cada dia da semana. Para o mês de abril de 2009 temos os seguintes resultados:

Domingo ----> 50/4 = 12,5 [50 mortes nos 4 domingos do mês, dando uma média de 12,5 mortes por domingo do mês de abril/2009] (mín)
Segunda-feira ----> 15,5
Terça-feira ----> 13,25
Quarta-feira ----> 14,6
Quinta-feira ----> 12,8
Sexta-feira ----> 16,0
Sábado ----> 19,5 (máx)

Portanto, o máximo de mortes, em abril, ocorreu aos sábados (média de 19,5 mortes por sábado) e o mínimo ocorreu aos domingos (12,5). Somente analisando um grande número de meses podemos identificar alguma tendência mais consistente desses números.

[continua]

Referências:
[1] http://antigo.campinas.sp.gov.br/setec/falecimentos.php

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domingo, fevereiro 10, 2008

 

Nota de Falecimento


Maharishi Mahesh Yogi, fundador da Meditação Transcendental, morreu na última terça-feira. Ele tinha 91 anos de idade e morreu pacificamente em sua casa na Holanda.

Apesar de muitos desconsiderarem seus ensinamentos como um monte de "baboseira hippie", ele certamente fez uma grande contribuição para o mundo. Ele ajudou a popularizar a prática espiritual antiga dos hindus conhecida como Meditação Transcendental (TM, em inglês).

Talvez uma de suas maiores contribuições foi abrir o caminho para muitas pesquisas científicas sobre os benefícios da prática regular da meditação. Maharishi introduziu a TM nos Estados Unidos em 1959 (eu aprendi TM lá em 1973). Desde então a TM e toda uma gama de práticas mente-corpo tem gradualmente ganhado respeito perante a comunidade médica do Ocidente.

Com a ajuda e apoio de celebridades, como o conjunto musical dos Beatles, Maharishi foi capaz de traduzir seu entendimento das práticas espirituais em um império global multimilionário. Ele foi um dos poucos líderes da atualidade que teve sucesso em transladar ideais espirituais poderosos para resultados no mundo real.

Que sua alma descanse em paz...

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