domingo, janeiro 03, 2010
O Décimo-Primeiro Mandamento: Não Reclamarás!
"Colheremos o que plantarmos"
"Nada ocorre por mero acaso"
"Venha para mim, pois meu fardo é leve", Jesus
"Nada ocorre por mero acaso"
"Venha para mim, pois meu fardo é leve", Jesus
Tudo o que nos acontece, de bom e de mal, é resultado de nossas ações passadas nos planos físico e emocional. Não podemos culpar ninguém, elegendo um "bode expiatório", por tudo aquilo de desagradável que nos ocorre. Existe um Plano Divino traçado para cada um de nós, pois a vida não é regida pelo caos. Esta nossa trilha divina ao longo da vida é o "caminho de menor esforço", pois ele foi traçado utilizando muito da Misericórdia divina a nosso favor. Porém, se nos desviarmos deste caminho divino, usando inadequadamente o nosso livre-arbítrio, a nossa trajetória nesta vida torna-se muito mais árdua e espinhosa. Como colhemos o que plantamos - nesta e nas encarnações passadas - não temos motivo algum para reclamar de nada de desagradável que venha a ocorrer durante o desenrolar de nossas vidas. As coisas desagradáveis que nos ocorrem constitui o pagamento de nossa dívida cármica acumulada no passado. Deveríamos agradecer a tudo de bom e de mal que nos acontece, pois tudo tem um caráter educativo para a nossa evolução espiritual e ocorre sempre na ocasião apropriada para o aproveitamento do maior número das pessoas envolvidas.
Marcadores: bode expiatório, bom, colher, dívida, evolução, livre-arbítrio, mal, misericórdia, plano divino, plantar, reclamação
sábado, janeiro 02, 2010
O Tribunal Celeste
"O erro baseia-se na ignorância"
Somos todos imortais, pois fomos feitos por um Deus imortal "à Sua imagem e semelhança". Portanto, somos peças divinas criadas por Deus para executar trabalhos divinos, tanto na forma encarnada quanto na forma desencarnada.
Quando desencarnamos somos levados a um local apropriado para rememorar nossas encarnações anteriores para verificar quão próximos nós ficamos do cumprimento de nossas tarefas programadas por Deus, usando o nosso falho Livre Arbítrio, geralmente contaminado por nosso egoísmo (sensação de separação do Todo). O nosso caminho, traçado inicialmente por Deus, é sempre mais suave do que o caminho que escolhemos por nós mesmos (contaminado de erros). Este local especial pode ser chamado de O Tribunal Celeste.
O Tribunal Celeste é dirigido por três magistrados, em um púlpito, e é presenciado por um público cujas vidas estão diretamente relacionadas com a pessoa sob julgamento. A pessoa sob julgamento é apresentada sequencialmente aos três juízes que presidem a sessão: o primeiro juiz representa a Verdade, o segundo a Justiça e o terceiro representa a Misericórdia.
O primeiro juiz mostra à pessoa sob análise uma recordação fiel de suas encarnações recentes e, posteriormente, pergunta a essa pessoa: "Meu filho, aquilo que você pôde ver corresponde à verdade dos fatos?". A pessoa se manifesta a esse respeito e é esclarecida se tiver dúvidas, como, por exemplo: A Lei do Universo nos concede novas oportunidades encarnatórias para o resgate de nossas faltas. Você vive muitas vidas encarnadas e, em cada uma delas, seus atos vão se somando para que o seu aprendizado possa se dar, tanto pelo sofrimento do erro quanto pela alegria do acerto.
Logo em seguida, a pessoa é conduzida ao segundo magistrado, que pergunta: "Meu filho, o que você fez foi justo?". Usando o tribunal de sua própria consciência (você é juiz de si mesmo), a pessoa responde, com sinceridade, a essa pergunta. Deus não julga pelas aparências. Deus é o Senhor das Essências e lê nos nossos corações o quanto a Verdade do seu Reino já se fez dentro de nós.
Em seguida, a pessoa é levada até o terceiro juiz, que serenamente se dirige a ele carinhosamente e pergunta: "Meu filho, qual a punição que você acha que merece pelos crimes que cometeu?". A própria pessoa sugere as punições que deseja para reparar os erros praticados. Neste ponto, o Juiz da Misericórdia chama as pessoas da platéia que foram prejudicadas pela pessoa sob análise, para que também se manifestem sobre as possíveis punições que elas sugerem para o réu. Mais do que vítima do erro, você é filho da Misericórdia que lhe garantirá o apoio necessário para as novas lutas da vida que o esperam. A Misericórdia é sempre maior para os que mais sofrem. Se nossas vítimas testemunharem a nosso favor, a sentença do Juiz da Misericórdia será mais suave do que as penas que pedirmos para nós mesmos.
Portanto, querido leitor, não eternize os seus sofrimentos. Faça todo o Bem que estiver ao alcance de suas mãos. Forneçamos à Misericórdia o material para que se estabeleça a nossa defesa, adiando a incidência da Justiça, para que o Tempo nos favoreça nas realizações do Bem. Se não fosse pela Misericórdia, certamente a Terra já estaria desabitada de seres humanos nos dias de hoje. Nunca desista de si mesmo. Sobre as dores que o fustiguem, a Misericórdia trabalha para atenuá-las, a fim de que você aprenda a crescer e a superá-las.
Nenhum de nós possui méritos capazes de justificar a nossa condição de filhos de Deus. Todos somos devedores eternos de um Pai generoso e verdadeiro. Não desdenhes da luta nem do sofrimento, porquanto o espinho que fere nos faz acordar dos sonhos da ilusão. Todos nós haveremos de enfrentar, algum dia, esse mesmo Tribunal Celeste...
Fonte:
André Luiz Ruiz, Sob as Mãos da Misericórdia, Editora IDE, Araras-SP, julho 2009 (4a. Ed.).
Somos todos imortais, pois fomos feitos por um Deus imortal "à Sua imagem e semelhança". Portanto, somos peças divinas criadas por Deus para executar trabalhos divinos, tanto na forma encarnada quanto na forma desencarnada.
Quando desencarnamos somos levados a um local apropriado para rememorar nossas encarnações anteriores para verificar quão próximos nós ficamos do cumprimento de nossas tarefas programadas por Deus, usando o nosso falho Livre Arbítrio, geralmente contaminado por nosso egoísmo (sensação de separação do Todo). O nosso caminho, traçado inicialmente por Deus, é sempre mais suave do que o caminho que escolhemos por nós mesmos (contaminado de erros). Este local especial pode ser chamado de O Tribunal Celeste.
O Tribunal Celeste é dirigido por três magistrados, em um púlpito, e é presenciado por um público cujas vidas estão diretamente relacionadas com a pessoa sob julgamento. A pessoa sob julgamento é apresentada sequencialmente aos três juízes que presidem a sessão: o primeiro juiz representa a Verdade, o segundo a Justiça e o terceiro representa a Misericórdia.
O primeiro juiz mostra à pessoa sob análise uma recordação fiel de suas encarnações recentes e, posteriormente, pergunta a essa pessoa: "Meu filho, aquilo que você pôde ver corresponde à verdade dos fatos?". A pessoa se manifesta a esse respeito e é esclarecida se tiver dúvidas, como, por exemplo: A Lei do Universo nos concede novas oportunidades encarnatórias para o resgate de nossas faltas. Você vive muitas vidas encarnadas e, em cada uma delas, seus atos vão se somando para que o seu aprendizado possa se dar, tanto pelo sofrimento do erro quanto pela alegria do acerto.
Logo em seguida, a pessoa é conduzida ao segundo magistrado, que pergunta: "Meu filho, o que você fez foi justo?". Usando o tribunal de sua própria consciência (você é juiz de si mesmo), a pessoa responde, com sinceridade, a essa pergunta. Deus não julga pelas aparências. Deus é o Senhor das Essências e lê nos nossos corações o quanto a Verdade do seu Reino já se fez dentro de nós.
Em seguida, a pessoa é levada até o terceiro juiz, que serenamente se dirige a ele carinhosamente e pergunta: "Meu filho, qual a punição que você acha que merece pelos crimes que cometeu?". A própria pessoa sugere as punições que deseja para reparar os erros praticados. Neste ponto, o Juiz da Misericórdia chama as pessoas da platéia que foram prejudicadas pela pessoa sob análise, para que também se manifestem sobre as possíveis punições que elas sugerem para o réu. Mais do que vítima do erro, você é filho da Misericórdia que lhe garantirá o apoio necessário para as novas lutas da vida que o esperam. A Misericórdia é sempre maior para os que mais sofrem. Se nossas vítimas testemunharem a nosso favor, a sentença do Juiz da Misericórdia será mais suave do que as penas que pedirmos para nós mesmos.
Portanto, querido leitor, não eternize os seus sofrimentos. Faça todo o Bem que estiver ao alcance de suas mãos. Forneçamos à Misericórdia o material para que se estabeleça a nossa defesa, adiando a incidência da Justiça, para que o Tempo nos favoreça nas realizações do Bem. Se não fosse pela Misericórdia, certamente a Terra já estaria desabitada de seres humanos nos dias de hoje. Nunca desista de si mesmo. Sobre as dores que o fustiguem, a Misericórdia trabalha para atenuá-las, a fim de que você aprenda a crescer e a superá-las.
Nenhum de nós possui méritos capazes de justificar a nossa condição de filhos de Deus. Todos somos devedores eternos de um Pai generoso e verdadeiro. Não desdenhes da luta nem do sofrimento, porquanto o espinho que fere nos faz acordar dos sonhos da ilusão. Todos nós haveremos de enfrentar, algum dia, esse mesmo Tribunal Celeste...
Fonte:
André Luiz Ruiz, Sob as Mãos da Misericórdia, Editora IDE, Araras-SP, julho 2009 (4a. Ed.).
Marcadores: imortalidade, justiça, misericórdia, tribunal, verdade
quinta-feira, dezembro 31, 2009
O Bem e o Mal
"A ignorância nos leva ao Mal. Portanto, somos todos inocentes de nossos erros, praticados pela nossa ignorância"
Os homens planejam seus lances e suas estratégias, mas, acima deles, e superior à maldade de seus intuitos, vigia a sabedoria do Criador, através da visão serena e lúcida de entidades elevadas que, permitindo que o mal prospere por um certo tempo, equacionam com antecedência os melhores caminhos para que todos, vítimas e algozes, encontrem neles mesmos os medicamentos necessários ao tratamento de suas feridas morais.
Por isso, no momento adequado e através das ferramentas amorosas, as entidades superiores ("Equipe de Supervisão") que, por muito amarem os ignorantes seres em evolução, possuindo o governo da vida, intervêm de maneira decisiva a fim de aproveitar as circunstâncias por eles criadas e, longe de permitirem que a maldade ofereça a última palavra, retiram de todo o ódio e de todo o mal, o ensinamento que melhorará os errados e os maldosos.
O Bem espera a melhor hora para fazer o Mal esclarecer-se, resgatando aqueles seres que o praticavam não porque fossem, essencialmente, maus, e sim, porque eram, em verdade, apenas ignorantes.
Lembrar-se de que é o Bem quem dirige as coisas e que é o Amor que governa a vida, nos fará sentir que, por mais injustiçados que nos sintamos, forças generosas estão apurando os fatos, preparando os caminhos e construindo um edifício mais belo e imponente para que todos, agressores e vítimas, nos vejamos beneficiados com os frutos de seus exercícios morais, os rudes recebendo a vergonha da constatação de seus erros e os resignados encontrando a paz da aprovação da consciência e o sorriso da evolução luminosa como prêmio que lhe pertence por direito, conquistado por seus esforços pacientes e perseverantes.
Esqueça o impulso de ver seus desafetos sofrerem como forma de pagarem pelos desaforos que lhe fizeram. Sua alegria não pode depender das lágrimas alheias porque isso seria a mais triste constatação de seu atraso moral e de sua iniquidade pessoal.
Não pode existir em seu coração qualquer resquício de vingança, para que a Misericórdia se levante em seu favor.
Fonte:
André Luiz Ruiz, Sob as Mãos da Misericórdia, Editora IDE, Araras-SP, julho 2009 (4a. Ed.).
Por isso, no momento adequado e através das ferramentas amorosas, as entidades superiores ("Equipe de Supervisão") que, por muito amarem os ignorantes seres em evolução, possuindo o governo da vida, intervêm de maneira decisiva a fim de aproveitar as circunstâncias por eles criadas e, longe de permitirem que a maldade ofereça a última palavra, retiram de todo o ódio e de todo o mal, o ensinamento que melhorará os errados e os maldosos.
O Bem espera a melhor hora para fazer o Mal esclarecer-se, resgatando aqueles seres que o praticavam não porque fossem, essencialmente, maus, e sim, porque eram, em verdade, apenas ignorantes.
Lembrar-se de que é o Bem quem dirige as coisas e que é o Amor que governa a vida, nos fará sentir que, por mais injustiçados que nos sintamos, forças generosas estão apurando os fatos, preparando os caminhos e construindo um edifício mais belo e imponente para que todos, agressores e vítimas, nos vejamos beneficiados com os frutos de seus exercícios morais, os rudes recebendo a vergonha da constatação de seus erros e os resignados encontrando a paz da aprovação da consciência e o sorriso da evolução luminosa como prêmio que lhe pertence por direito, conquistado por seus esforços pacientes e perseverantes.
Esqueça o impulso de ver seus desafetos sofrerem como forma de pagarem pelos desaforos que lhe fizeram. Sua alegria não pode depender das lágrimas alheias porque isso seria a mais triste constatação de seu atraso moral e de sua iniquidade pessoal.
Não pode existir em seu coração qualquer resquício de vingança, para que a Misericórdia se levante em seu favor.
Fonte:
André Luiz Ruiz, Sob as Mãos da Misericórdia, Editora IDE, Araras-SP, julho 2009 (4a. Ed.).
Marcadores: amor, bem, Equipe de Supervisão, erros, ignorância, inocência, mal, misericórdia, vingança
