Wednesday, September 16, 2009

 

Piscinas e Asma


A prática da natação é uma atividade saudável, se feita em uma piscina com água saudável. Se a piscina for enenenada com cloro, por exemplo, ela pode prejudicar a saúde da pessoa que a utiliza rotineiramente. Abaixo transcrevo um programa da Rádio CBN [1], onde o comentarista Luis Fernando Correia fala sobre esse assunto (em 16/09/2009):

Piscinas tratadas com cloro aumentam o risco de asma em alérgicos

Crianças e adolescentes com propensão a alergias, correm o risco maior de apresentarem episódios de asma quando usam piscinas cloradas. Segundo pesquisadores belgas, (publicado no periódico científico Pediatrics) adolescentes que nadaram em piscinas cloradas frequentemente aumentam suas chances de ter asma ou rinite alérgica. Para aqueles que durante toda a vida tomaram mais de mil (1.000) horas de exposição à água clorada, o risco de asma é multiplicado por quinze (15) vezes e a rinite aparece 3,5 vezes a mais nesse grupo. Segundo o doutor Alfred Bernard, da Universidade Católica de Louvain em Bruxelas, se olharmos a população de adolescentes em geral não veremos uma associação clara entre a água clorada e asma, porém se separarmos somente os que são atópicos, ou seja, com maior propensão de desenvolver alergias, esta relação fica muito evidente. A observação dos especialistas veio do acompanhamento de estudantes de três escolas no sul da Bélgica. Duas usavam o cloro como desinfetante da água e a outra utilizava um equipamento à base de cobre e prata para manter a piscina saudável. Exames realizados em adolescentes, que incluiam a dosagem da imunoglobulina E no sangue, mostraram que a exposição ao cloro não aumentava a sensibilidade para outros estímulos alérgicos, mas quando se media o aumento da ocorrência de asma e de tosse nos estudantes, os que usavam piscinas cloradas a asma aparecia oito (8) vezes mais e estava diretamente relacionada ao tempo de exposição ao cloro. Este resultado traz a necessidade de um controle maior do nível de cloro na água e no ar, junto à superfície das piscinas.

"A natação é um excelente esporte para quem tem asma, mas deve ser praticada em piscinas abertas e, de preferência, salinizadas", Ana Paula Castro - alergista.

Referência:
[1] http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/luis-fernando-correia/LUIS-FERNANDO-CORREIA.htm

PS1: Li que, na Europa, é bem usual o uso de ozônio para esterelizar as piscinas, ao invés do uso de cloro. Alguém que tenha experiência pessoal sobre essa prática mais salutar (uso do ozônio) poderia nos informar melhor neste nosso espaço...

PS2: Lembro-me que, no passado, minha esposa e filhas iam numa escola de natação que tinha piscina clorada (e coberta) com água aquecida. Voltavam sempre muito pálidas, provavelmente intoxicadas pelo cloro volatilizado mais facilmente pelo aquecimento da água.

Para saber mais:
1. "Cloro utilizado em piscinas aumenta risco de alergias", Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde, pg. C7, 16 de setembro de 2009

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Saturday, April 18, 2009

 

Água com Prata Coloidal


Algumas informações fornecidas em [1].

Há alguns anos, os pesquisadores das grandes indústrias farmacêuticas vêm detectanto sinais progressivamente mais claros e recorrentes de um fenômeno da maior importância: as bactérias, fungos e vírus, que antes eram facilmente controlados pelo emprego de antibióticos, estão criando suas próprias defesas contra esses medicamentos específicos, que acabam invalidando os antibióticos, tornando-os não efetivos.

As novas cepas, as novas linhagens de germes, estão procedendo a uma impressionante ofensiva, invadindo campos que deveriam ser interditados ou proibido para eles, como hospitais, clínicas, consultórios médicos e odontológicos, laboratório de análises clínicas e assim por diante. O Streptococcus Aureus, por exemplo, já se tornou resistente ao mais poderoso antibiótico conhecido e as infecções por ele geradas já estão intratáveis (vide "Scientific American", 1998). E, de nada adianta tentar produzir antibióticos ainda mais fortes, porque os microorganismos voltarão a sofrer novas mutações ou desenvolverão novos mecanismos para desativá-los.

É evidente que temos que procurar alguma nova alternativa. Quando começamos a estudar essa questão, apareceu a pergunta: O que se utilizava antes do aparecimento dos antibióticos? A pesquisa mostrou que a Medicina utilizava a Prata Coloidal como germicida e poderoso esterilizante.

De acordo com os estudos efetuados no começo do Século XX pelo Dr. Henry Crooks e pelo Dr. Alfred Searle, este último fundador do conglomerado farmacêutico do mesmo nome, a Prata Coloidal possui um extraordinário poder germicida, exterminando cerca de 650 tipos de bactérias, vírus e fungos, mas de maneira definitiva e isso em apenas 5 a 6 minutos. Com mais uma grande vantagem: não permite que se criem linhagens de germes resistentes, como está acontecendo no caso dos antibióticos.

Às vezes, quase sempre, resulta muito proveitoso verificar como trabalhavam nossos antepassados, tanto ps recentes. como os mais antigos (como os construtores das pirâmides...). Assim, por exemplo, os russos voltaram a estudar os grandes matemáticos desde a mais remota Antiguidade e descobriram verdadeiros tesouros, como os trabalhos do matemático inglês Whittaker que, em 1903-1904, publicou seus estudos, mostrando que todas as ondas, não importando o tipo, são duplas. E, sobre isso, fundamentaram a construção do mais fantástico sistema de armas, conhecido como Armas Escalares.

A Prata Coloidal, de acordo com a literatura antiga, é altamente efetiva contra infecções por germes que podem gerar moléstias muito perigosas. Pedimos ao Instituto Afolfo Lutz, em São Paulo, para efetuar um teste para comprovar o poder bactericida da Prata Coloidal produzida pela máquina MDS-11, fabricada por nós. Como o laudo comprova (no livro tem uma cópia desse laudo), o teste foi efetuado em 500 ml (mililitros) de água filtrada, sem cloro (Cl), contendo 10.000 Escherichia Coli por ml, 100.000 Streptococcus Faecalis por ml e 1.000 Vibrio Cholerae por ml. Nessa água, foram imersos os eletrodos geradores de Prata Coloidal (MDS-11), por dez minutos. Após esse tempo de contato, uma alíquota de 100 ml foi transferida para um frasco âmbar por um período de trinta minutos. Transcorrido esse tempo, as semeaduras realizadas, nas condições laboratoriais do experimento, revelaram:

a. Ausência de E. Coli/ml
b. Ausência de S. Faecalis/ml
c. Ausência de V. Cholerae/ml

Fica, portanto, comprovado que a Prata Coloidal destruiu completamente os microorganismos patogênicos presentes na água, confirmando o poder bactericida anunciado na numerosa literatura médica que trata desse assunto.

Algumas das moléstias em que o uso da Prata Coloidal já foi mostrado ser muito efetivo:

Acne
Antrax
Apendicite
Câncer de Pele
Cândida Albicans
Catarro
Cistites
Cobreiro
Coceira Anal
Colite
Conjuntivite
Coqueluche
Dermatites
Desordens da Próstata
Desordens Intestinais
Diabetes
Diarréia
Disenteria
Doença de Chagas
Doença de Menière
Doença dos Legionários
Eczema
Envenenamento do Sangue
Escarlatina
Febre Paratiroidea
Fendas nos Pés (Frieira)
Fibrosamentos
Gastrites
Gonorréia
Gripe
Hemorróidas
Herpes
Impetigo
Infecção da Bexiga
Infecções da Tromba de Eustáquio
Infecções por Cryptosporidium
Infecções por Salmonella
Infecções por Stafilococcus
Infecções por Streptococcus
Lepra
Lesões
Lúpus
Malária
Meningite
Oftalmia
Oitites
Pé de Atleta
Piorréia
Pleurisia
Pneumonia
Poliomielite
Psoríase
Queimaduras
Queimaduras Solares
Queratite
Reumatismo
Rinites
Seborréia
Síndrome da Fadiga Crônica
Septicemia
Sífilis
Tétano
Tinha Rosácea
Tifo
Tonsilites
Tuberculose
Úlceras
Úlcera Péptica
Verrugas

Embora impressionante, essa lista é apenas parcial e é uma amostra da extraordinária eficácia da Prata Coloidal no controle das infecções de maneira geral, o que a torna, literalmente, muito preciosa para consultórios médicos e odontológicos, laboratórios de análises clínicas, hospitais, clínicas terapêuticas, clínicas de acupuntura, ginásios de esportes e academias de ginásticas e, em geral, para toda a população que poderá se beneficiar desse fantástico material, produzindo-o em suas próprias residências, a um custo ridículo de alguns centavos por litro de água.

Pode-se perguntar: Como utilizar a Prata Coloidal? Aqui vão algumas sugestões. Caso queira usá-la para esterilização caseira, poderá produzí-la a partir da água de torneira. Mas se quiser para uso interno (beber), será melhor utilizar água destilada, que pode ser comprada em qualquer farmácia.

A solução mãe, produzida pelo aparelho, pode ser adicionada à água local, quando você estiver viajando ou acampando. Cicatriza rapidamente pequenas feridas, sem deixar marcas (cicatrizes). Esteriliza, com segurança, desde escovas de dentes até instrumentos cirúrgicos. Pode-se fazer seu uso tópico em cortes, feridas, abrasões, rachaduras, queimaduras solares, cortes ao barbear e bandagens. Pode ser pulverizada sobre o lixo, prevenindo ou reduzindo odores de putefração. Umedecendo esponjas de cozinha, toalhas, facas, garfos, etc. pode-se eliminar a E. Coli e a Salmonella que poderiam envenenar alimentos, originar infecções gastrointestinais e infecções genito-urinárias.

Quando estiver engarrafando, enlatando ou preservando algo, use Prata Coloidal, adicionando-a ao produto. O leite demorará mais para fermentar, a deteriorar-se e levará mais tempo para coalhar ou talhar.

Pulverize em sapatos (para combater o "chulé"), nas meias, nas virilhas, para eliminar coceiras e pé de atleta, fungos e coceiras no ânus. Diminui a caspa, a psoríase, as rachaduras da pele... Pulverize, como desodorante, as axilas, para combater o odor desagradável que costuma vir dessa região, quando suada (algo semelhante pode ser obtido usando água oxigenada nessa região).

Poderá adicioná-la à água do banho, gargarejar, fazer pulverizações nasais ou usá-la para limpeza dos dentes. Corta, dramaticamente, a duração dos resfriados, coriza, gripe ou pneumonia, infecções das vias respiratórias em geral, viroses da sinusite e infecções nos olhos (uso como colírio) e nos ouvidos. Pulverize todos o seu corpo após o banho, deixando secar naturalmente e use contra fungos nas unhas das mãos e dos pés.

Ela ajuda a neutralizar a deterioração dos dentes e do mau hálito. A Prata Coloidal destrói a halitose, eliminando as bactérias no fundo da garganta e na parte de trás da língua. Coloque algumas gotas em band-aids ou bandagens, para reduzir o tempo de cura. As dores de dentes, feridas na boca (aftas) e irritações bacteriológicas diminuem. Mergulhe as dentaduras na Prata Coloidal. Borrife a geladeir, o freezer e os recipientes destinados a conservar alimentos, eliminar odores e evitar que a comida se estrague ou fique rançosa.

Molhe os pentes e os potes de cremes para prevenir o crescimento bacteriano; adicione às maquiagens à base de água, à cola do papel de parede, à máquina de lavar pratos, às soluções usadas para limpeza e borrife nos pelos dos animais domésticos, deixando secar naturalmente.

Pulverize sobre o topo dos potes abertos de geléias, de condimentos e no interior das tampas, antes de fechá-los. Misture um pouco na água do cachorro/gato, do passarinho e no vaso de flores. Pulverize muito bem os filtros de ar condicionado para limpá-los. Limpe os dutos de ar de ventilação, com esfregão e Prata Coloidal, para evitar a formação de pontos de crescimento dos germes. Não fazer isso já matou muitos executivos, o mais famoso tendo sido o Ministro Sérgio Motta, morto por infecção pela Doença dos Legionários contraída pela prolongada exposição ao ar condicionado de seu escritório. Como se sabe, não foi possível reverter a doença no caso dele.

Use, rotineiramente, na água de lavagem final da roupa e sempre antes de guardar roupas sazonais. Toalhas de rosto e de banho não terão odores e nem estragarão. Elimine microorganismos indesejáveis em terras de plantação e em sistemas hidropônicos. Borrife na folhagem das plantas para eliminar fungos, vírus e muitas doenças que aparecem nos vegetais.

Trate piscinas, fontes, umidificadores, jacuzzis, tubulações de água quente, lavadoras de pratos. Limpe e esterilize o chuveiro, uma das fontes de crescimento bacteriano.

Umedeça com Prata Coloidal, frutas e vegetais antes de usá-los ou guardá-los. Use-a na água para cozinhar. Os xampus para pessoas ou animais tornam-se desinfetantes, quando a adicionamos. Preserve da ruína os tapetes, as cortinas e os papéis de parede. Molhe os telefones, os microfones, os auriculares, aparelhos de surdez, armações de óculos, escovas para cabelos e travesseiros de doentes, suas toalhas e lençóis de cama.

Literalmente, existem milhares de outras utilizações para a Prata Coloidal, para as quais você poderá executar sua capacidade inventiva [Obs: as "baixelas de prata" tornaram-se uma tradição, porque a prata ajuda a preservar o alimento colocado sobre elas...].

A Prata Coloidal é inodora, incolor, sem sabor, totalmente benéfica, poderoso germicida ,desinfetante não tóxico e agente altamente eficiente na preservação da saúde.

A Prata Coloidal e as Células-Tronco

Um trabalho bem recente mostra que qualquer ser vivente é capaz de produzir suas próprias células-tronco para usá-las onde forem necessárias em seu organismo, desde que haja presença de íons de Prata (Ag) no seu corpo.

Trata-se de uma técnica absolutamente nova e surpreendente, que poderá beneficiar milhões de pessoas no tratamento de suas próprias doenças, sem ter de enfrentar os astronômicos custos que a técnica atual, baseada em embriões, impõe.

Nos últimos tempos, os recentes estudos do vasto campo da Medicina, têm dado uma ênfase especial às chamadas células-tronco. Mas, antes de apresentar os surpreendentes e maravilhosos resultados obtidos por esses estudos, tratemos de entender alguns termos utilizados pelos médicos e pesquisadores a respeito dessas células. O que se entende por células-tronco? Sabemos que, normalmente, uma célula só pode reproduzir o tipo de célula a que pertence. Por exemplo, uma célula do fígado só poderá reproduzir uma célula do fígado, uma do coração só poderá produzir outra célula do coração, e assim por diante. É como se a célula de um determinado órgão tivesse uma assinatura própria que a obriga a reproduzir outra com a mesma assinatura.

Uma célula-tronco é um tipo de célula que não possui assinatura e pode produzir qualquer tipo de célula, da pele, do osso, do coração, do pâncreas e assim sucessivamente. Ela pode transformar-se em qualquer célula.

Mas, vamos entender melhor e, para isso, é necessário que saibamos quais as diferenças entre células-tronco, células indiferenciadas e células dediferenciadas. As células-tronco não se convertem facilmente em qualquer célula e, geralmente, são provenientes de um embrião, um feto ou um cordão umbilical. As células indiferenciadas vem da medula dos ossos, preferencialmente do fêmur. As células dediferenciadas são células que foram diferenciadas, como as células vermelhas do sangue, células da pele, células dos músculos, mas que se transformaram em células indiferenciadas. Agora, elas podem se transformar em qualquer tipo de célula que seja necessária.

O que distingue esses três tipos de células é a sua história. Todas são como células-tronco e possuem o DNA (ADN) das pessoas que as produz (doador). Algumas pessoas têm produzido embriões com a única finalidade de utilizar as células-tronco para ajudar alguém doente. Mas embriões também são produzidos por laboratórios, com a mesma finalidade, e isso tem se transformado em fonte de acalorados debates éticos.

Porém, para que as células-tronco possam ser utilizadas, seu DNA (do doador) e o do ser humano que vai usá-las (o receptor) devem ser tão próximos quanto possível. Mas, o sistema imunológico (do receptor) tende a rejeitar as células-tronco, porque estam possuem um DNA diferente do DNA do organismo do receptor. Por isso, normalmente, o sistema imunológico do receptor deve ser suprimido indefinidamente (para que não ocorra a rejeição usual). Este é um dos grandes problemas que as células-tronco devem enfrentar. No entanto, o sonho de qualquer pessoa é conseguir ter um forte sistema imunológico.

Surge, então, o dilema. Para poder utilizar o extraordinário poder de cura das células-tronco, deveremos barganhar nosso sistema imunológico, ficandona dependência de tratamentos indefinidos através de remédios (para não ter rejeição) para substituí-lo?

Sem as células-tronco, o organismo só pode se curar utilizando as células já presente do mesmo tipo de tecido. Se parte desse tecido for retirada, o tecido curador só pode crescer a partir do tecido ainda restante no organismo.

Mas, no esforço para reparar algum dano, quando nãofor possível cura apropriada, aparecem as cicatrizes, nas quais as células do novo tecido aparecem deformadas; isso só permite a formação de mais células deformadas e, dessa forma, as cicatrizes tendem a permanecer indefinidamente. Temos alguma maneira de evitar isso? Tudo indica que sim, e a magia chama-se Prata (Ag).

Em 1998, apareceu uma obra [2], que logo virou best-seller, do médico pesquisador norte-americano Robert O. Becker, junto com o co-autor Gary Selden. Neste livro, o Dr. Becker revela que, após sete anos de pesquisas, ficou claro que a cura de fraturas ósseas poderia ser conseguida com a utilização de fraquíssimas correntes elétricas contínuas entre dois eletrodos, um positivo e outro negativo. São correntes da ordem de picoampères. Esse cientista experimentou com eletrodos de vários tipos de metais, como Ouro (Au), Platina (Pt), Titânio (Ti), aço inoxidável e Prata (Ag) e notou que os melhores resultados apareciam quando se utilizava eletrodos de Prata. Então, ele resolveu descobrir o porque disso.

Ele achou que, ao utilizar eletrodos de Prata, os íons que se desprendiam do eletrodo positivo eram os responsáveis diretos pelo aumento dramático da velocidade de restauração da saúde do paciente. Dessa forma, o Dr. Becker mostrou que "em presença de íons de Prata, o organismo humano pode produzir todas as células-tronco que precisar. Sem íons de Prata, nada disso acontece".

Em 1880, George Bredig inventou o método de produção dos íons de Prato por eletrólise (Método Bredig), que foi denominado de "Prata Coloidal Iônica". É opinião médica corrente que as células vermelhas do sangue não podem sofrer dediferenciação, porque não possuem núcleo. O Dr. Becker concordava com isso, mas acabou descobrindo que a maioria das células-tronco, que ele produzia em pequenas quantidades, era proveniente de células vermelhas.

Estudos mais profundos mostraram que, antes de ser células vermelhas do sangue, as células possuem um núcleo. No processo de dediferenciação, a célula vermelha primeiro redesenvolve seu núcleo e, depois, fica dediferenciada. Portanto, quando se forma uma cicatriz, existem células suficientes para serem dediferenciadas, mas, nem sempre isso acontece. Elas só se diferenciam na presença de íons de Prata. De acordo com o Dr. Becker, apenas arranhamos a maravilha que é a Prata Coloidal que, segundo ele, constitui a varinha mágica da cura em grande parte de infecções de todo tipo de bactérias e estimula a formação da pele e de outros tecidos moles.

Segundo o Dr. Becker, a técnica do uso da Prata Coloidal permite produzir grande número de células dediferenciadas, mas é importante notar que tais células possuem o mesmo DNA do paciente (são geradas pelo próprio paciente!), não havendo problemas de rejeição. Portanto, não se justifica todo o alarde para produzir células-tronco a partir de embriões, com todas as objeções da ética ligadas a isso.

A Prata Coloidal (dissolvida em água) também pode ajudar muito na luta contra o câncer. Segundo o pesquisador Gerry Smith, que tinha chegado às mesmas conclusões do Dr. Becker, independentemente, "o sucesso no tratamento do câncer depende da presença da Prata no corpo do paciente. Quando a Prata está presente, as células do câncer dediferenciam e o corpo físico fica curado. Quando não há Prata, o câncer continua crescendo, porque as células não podem dediferenciar. Eu suspeito que a deficiência em Prata seja uma das razões da existência do câncer e de seu tão rápido crescimento".

As experiências mais recentes sobre as células-tronco têm evidenciado resultados dramáticos e parece que o problema principal reside na obtenção de muitas células-tronco. O uso da Prata Coloidal permite ao organismo de qualquer pessoa produzir suas próprias células-tronco em sua residência e sem enfrentar elevadas despesas médicas e hospitalares, e sem enfrentar rejeições.

A maioria dos médicos recebe quase todas suas informações dos grandes conglomerados farmacêuticos produtores de drogas e medicamentos, que não têm qualquer interesse em permitir que a população saiba como produzir células-tronco facilmente em sua casa e com segurança. Se isso acontecer, todo o mundo científico médico/farmacêutico poderia perder bilhões de dólares em lucros (com suas patentes, já que a prata coloidal não pode mais ser patenteada).

Por causa disso, cria-se um estardalhaço sobre a Argiria, segundo a qual o uso (excessivo) da Prata Coloidal daria uma coloração azulada à pele. Mas, onde estão esses tais de "homens azuis"? Seria preciso beber água com muita Prata Coloidal por muitos dias seguidos, o que não é absolutamente necessário no caso da obtenção das células-tronco (Costuma acontecer algo semelhante com a cenoura: quem toma suco de cenoura por muitos dias, fica com sua pele com cor de cenoura; isso não quer dizer que a cenoura faça mal à saúde...).

Vejamos uma pequena comparação entre Prata Coloidal e Antibióticos:

1. Prata: Não há registros de efeitos nocivos; Antibióticos: 100.000 a 300.000 reações negativas por ano, das quais 30 a 50% são fatais (levam à morte).

2. Prata: Usuários e pesquisadores relatam resultados altamente efetivos para infecções por bactérias, vírus (lembrar que a Aids está associada a um tipo de vírus) e fungos; Antibióticos: Geralmente, altamente efetivos somente para bactérias específicas. Alguns são efetivos para a maioria das bactérias (de "espectro amplo"). Sem efeito em fungos e vírus.

3. Prata: Leva à cura acelerada; Antibióticos: Sem efeito para obter cura.

4. Prata: Reduz cicatrizes; Antibióticos: Sem efeito em cicatrizes.

5. Prata: Sem registro de imunidade patogênica desenvolvida (pelos microorganismos patogênicos) em milhares de anos de seu uso; Antibióticos: Comumente, os patógenos desenvolvem imunidade, com 40.000 mortes por anos, apenas na América do Norte.

6. Prata: Não se conhece problemas de overdose; Antibióticos: A dosagem deve ser feita com cuidado (pois é uma substância anti-vida, como o próprio nome indica).

7. Prata: Não precisa de prescrição médica; Antibióticos: Apenas disponível por prescrição médica (por ser uma substância perigosa).

8. Prata: Geralmente, funciona sem diagnóstico exato; Antibióticos: Requer diagnóstico exato, para sua prescrição.

9. Prata: Faz o corpo do paciente produzir células dediferenciadas (células-tronco), quando elas forem necessárias; Antibióticos: Não têm qualquer efeito sobre células dediferenciadas.

A Prata Coloidal e o Meio Ambiente

Ao contrário de qualquer outro produto fabricado pelo homem que combate as bactérias, a Prata (Ag) é um elemento mineral encontrado rotineiramente na natureza. Portanto, a volta de alguns átomos de prata, presentes na solução aquosa de prata coloidal, para a natureza não irá perturbar em nada o meio ambiente.

O mesmo não se pode afirmar com relação a praticamente todos os produtos fabricados pelo homem. Os produtos anti-vida dos antibióticos que usamos, por exemplo, vão parar nos esgotos - via urina - e acabam chegando aos mananciais de água (subterrâneos ou das represas de abastecimento público) que nós iremos usar novamente, para beber, cozinhar nossos alimentos ou nos banhar. Afinal, as mesmas moléculas de água que nós usamos hoje em dia, também foram usadas pelos dinossauros, há milhões de anos atrás, não é mesmo? O problema são as inúmeras substâncias venenosas, que nós fabricamos, e que "grudam" nas moléculas de água (na realidade, são transportadas pela água) que nós utilizamos. Outro exemplo, são as substâncias anti-vida das pílulas anti-concepcionais utilizadas por grande parte das mulheres atuais, que acabam indo para o esgoto, via urina, e que acabamos inserindo em nossos corpos novamente (via bebida, alimentos cozidos e banhos), pela utilização da água municipal distribuída ao público. Isso ocorre porque o sistema público de tratamento de água não tem condições que testar as milhões de substâncias perigosas que vão parar nos rios que abastecem as represas que fornecem água à população, além de - nesses mesmos tratamentos públicos - várias substâncias venenosas são introduzidas propositalmente na nossa água, como o cloro, o flúor e o alumínio, com as mais nobres intenções [respectivamente, "matar microorganismos patogênicos", "proteger nossos dentes" e "tornar a água menos salobra, menos dura"].

A "Prata Coloidal Iônica" não é tóxica em qualquer nível e é saudável para qualquer ser vivente. Ela atua no ambiente e substitui traços de outros minerais que estão ausentes no solo. Plantas e árvores ficam mais saudáveis e crescem mais depressa quando borrifadas com ela. As sementes produzem mais e ficam mais saudáveis. Se a prata coloidal for utilizada em animais, através da água que eles bebem, eles ficam livres de doenças e crescem mais. Os peixes que receberam prata coloidal se recuperaram de doenças e ficaram mais ativos. As nossas feridas e nossas queimaduras saram em tempo muito mais reduzido, sem infecções, nem cicatrizes. Nunca foi possível observar qualquer nível tóxico.

Por sua vez, os antibióticos matam certas bactérias, às vezes um amplo espectro bacterial e, geralmente, algumas ou todas as bactérias benéficas ao nosso organismo, mas permanecem sem efeito sobre mofos, fungos e leveduras. Ao contrário, a prata mata 94% das bactérias patogênicas, mofos, leveduras e vírus (lembrar que Aids está associada a um vírus).

Atualmente, gastam-se bilhões de dólares em milhares de produtos para matar todo tipo de bactérias e alguns vírus e fungos, usando desde sabonetes até antibióticos. Isto cria um problema agudo, porque as bactérias adaptam-se ao ambiente que o homem cria para elas, com medonhas consequências. Diariamente, essas mutações são combatidas por milhares de médicos que gastam bilhões de dólares e perdem enorme número de vidas.

As companhias farmacêuticas respondem, produzindo novos tipos de antibióticos; as bactérias nunca desenvolveram resistência à Prata, durante milhares de anos.

Sabonetes antibacterianos e detergentes geram um enorme risco para o meio ambiente. A aliança para o uso prudente de antibióticos declara: "O uso exagerado do Triclosan nos sabonetes antibacterianos pode promover a resistência ao Triclosan. Esses sabonetes difundem-se em nossos ambientes e em nossa água, afetando negativamente todo o ecossistema e impedindo o tratamento correto do esgoto".

Os produtos antibacterianos são poderosos agentes químicos e possuem perigosos efeitos colaterais e as bactérias que conseguem resistir a eles formam mutações que não são mais afetadas por esses produtos. Eles são fortemente poluidores de nossas águas subterrâneas e nossas águas potáveis. E matam formas de vida essenciais para nosso ambiente.

Nosso organismo é completamente dependente de bactérias "boas" para a vida. Os antibióticos as matam indiscriminadamente, o que gera sérios problemas de saúde. Às vezes, repentinamente, nós desenvolvemos alergias muito fortes aos antibióticos, o que torna perigoso adicionar mais antibióticos em sabonetes que já os possuem.

E tem mais!

Os antibióticos, no solo, contaminam nossas fontes subterrâneas e matam todas as bactérias benéficas à produção de alimentos orgânicos.

São muitas as razões para que você, querido leitor, comece a utilizar a prata coloidal para si e para seus entes queridos. Poderá desta forma substituir e, muitas vezes, eliminar a necessidade de usar antibióticos. Agora você tem a informação! Use-a com sabedoria!

Referências:
[1] Salvatore de Salvo e Mara Teresa de Salvo, Novos Segredos da Boa Saúde, Editado pela Biblioteca 24x7 [ www.biblioteca24x7.com.br ], São Paulo-SP, novembro 2008.
[2] Robert O. Becker e Gary Selden, The Body Electric: Electromagnetism and the Foundation of Life, Quill-William Morrow, New York, 1985.

Para saber mais:
1. http://www.pontalenergetico.com.br/Brasil/Shopping/prata_coloidal.htm
2. http://www.novaciencia.com.br/equipamentos.html (compra do equipamento)
3. http://www.mattron.com.br/produtos.htm (compra do equipamento)
4. http://www.acquaprata.com.br/pep.htm (compra da prata e ouro coloidais e seus eletrodos)
5. http://www.pratacoloidal.com.br/
6. http://www.mattron.com.br/prod_gerador-prata-coloidal.htm

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Sunday, June 24, 2007

 

Aplicações da Nanotecnologia


A nanotecnologia consiste na obtenção de partículas de matéria com dimensões da ordem de um bilionésimo de metro (= 10E-9 metro). Esta é uma tecnologia perigosa para as células do corpo humano, pois as partículas nanométricas têm dimensões menores do que as dimensões das células de nosso corpo. Isso faz com que as nossas células não consigam opor muita resistência à entrada dessa partículas em nosso corpo, algo perigoso (principalmente quando presentes em medicamentos e cosméticos). No entanto, certas aplicações nanométricas parecem estar surgindo na forma não-prejudicial ao nosso corpo, conforme pode ser observado no artigo da Revista Pesquisa Fapesp, de junho 2007, apresentado abaixo.

Convém notar que a prata é um elemento bactericida conhecido desde a remota antiguidade. Daí as baixelas de prata. A prata tem sido muito usada para tratar pessoas atingidas por queimaduras graves (evita a infecção da pele, por seu uso tópico) e para colocar nos olhos de recém-nascidos. É muito usada terapeuticamente a solução de prata coloidal, em medicina alternativa, como antibiótico universal, sem ter qualquer efeito colateral relevante (o que não ocorre com os antibióticos convencionais, vendidos em farmácias alopáticas). É esse efeito bactericida/germicida/fungicida da prata nanométrica que é explorado nas aplicações citadas no artigo abaixo. RFS.

Tecnologia :: Nanotecnologia
Múltiplas utilidades
Resinas nanoestruturadas funcionam como bactericidas e fungicidas em máquinas de lavar roupa e colchões

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© Eduardo Cesar
Cuba de lavadora produzida com polipropileno e prata: efeito bactericida

Investir em nanotecnologia tem sido uma das estratégias da Suzano Petroquímica, nos últimos anos, para se lançar em novos mercados e continuar ampliando seus negócios. A empresa é líder na América Latina na produção de resinas de polipropileno e segunda maior produtora de resinas termoplásticas no Brasil, duas matérias-primas versáteis empregadas na fabricação de embalagens plásticas, frascos para cosméticos e produtos de higiene, utensílios domésticos, peças automotivas e produtos têxteis. Em maio passado, a companhia apresentou, durante a 11ª Feira Internacional da Indústria do Plástico, a Brasilplast 2007, realizada em São Paulo, dois produtos elaborados a partir das pesquisas em nanotecnologia: uma resina especial de polipropileno nanoestruturado com partículas de prata utilizada para fabricação de eletrodomésticos da linha branca, como máquinas de lavar roupa, e uma nova resina com nanopartículas para fabricação de fios e fibras para produção de colchões.

A principal característica das duas inovações, de acordo com o engenheiro de materiais Cláudio Marcondes, gerente de desenvolvimento de novos produtos da companhia, é sua ação bactericida e fungicida. A petroquímica prevê que, dentro de três anos, cerca de 10% de sua receita será fruto das pesquisas em nanotecnologia. “Com o uso desse novo ramo do conhecimento, estamos agregando valor aos nossos produtos”, diz Marcondes.

A nova máquina de lavar está sendo produzida em parceria com a Suggar, fabricante de eletrodomésticos no país, com sede em Belo Horizonte. O aparelho é um dos primeiros produzidos no Brasil com o uso de nanotecnologia na matéria-prima. A nanotecnologia – que é a construção de estruturas e materiais em escala nanométrica, em medidas equivalentes a 1 milímetro dividido por 1 milhão de vezes – permite a fabricação de produtos com características diferenciadas, porque modifica as propriedades dos materiais no nível atômico. A resina nanoestruturada de polipropileno com partículas de prata da Suzano é empregada na fabricação da cuba das lavadoras, recipiente onde é colocada a roupa, conferindo ação antimicrobiana à peça. O efeito desinfetante da resina acontece por meio das cargas positivas (íons) da prata – um material conhecido por sua propriedade bactericida há séculos –, que atraem as cargas negativas das bactérias e causam a ruptura de sua membrana celular em função da diferença de potencial entre a parte interna e externa do microorganismo, provocando sua morte.

A nova tecnologia, segundo o diretor industrial da Suggar, Marcelo Emrich Soares, permitirá a eliminação de 99,9% das bactérias que se desenvolvem na cuba das lavadoras, trazendo mais higiene e qualidade ao processo de lavagem de roupas. “O ambiente dentro da máquina fica livre de contaminação e preparado para novas lavagens. A nova resina também confere mais resistência e durabilidade ao produto”, garante Soares. Por enquanto, o polipropileno aditivado com nanopartículas de prata está sendo aplicado apenas na linha de lavadoras semi-automáticas, segmento no qual a Suggar tem participação expressiva, com cerca de 30% das vendas. Mas já existe um entendimento entre as duas empresas para a aplicação da nanotecnologia em outros tipos de eletrodoméstico. Até o momento, a Suzano forneceu 100 toneladas de polipropileno nanoestruturado para produção das lavadoras. Como cada cuba tem cerca de 6 quilos, a matéria-prima é suficiente para fabricação de quase 17 mil máquinas.

Colchões higiênicos - A resina especial utilizada na fabricação de fios e fibras de colchões é outro desdobramento da pesquisa da petroquímica com novos materiais nanoestruturados com prata. De acordo com a Suzano, o desenvolvimento do produto consumiu um ano de pesquisas e sua aplicação é bastante variada, podendo ser usado em colchões de hospitais, residências e hotéis. Outra vantagem é que a ação bactericida do produto não tem prazo de validade. Como a higienização de colchões não é um processo muito comum, a ação da resina contribui para a manutenção de um ambiente saudável, evitando a disseminação de infecções. A resina é fornecida para a fabricante catarinense de produtos têxteis Döhler, que já está produzindo fios e fibras e fornecendo-os para a empresa Castor, responsável pela confecção dos colchões com estruturas nanoestruturadas. “Acreditamos que o produto deverá chegar ao mercado em dois meses”, diz Cláudio Marcondes, da Suzano.

Os trabalhos em nanotecnologia na Suzano são coordenados pelo químico Adair Rangel, que iniciou o estudo e o desenvolvimento de novos materiais nanoestruturados há apenas três anos, quando fazia o doutorado no Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Nesse período foram investidos R$ 20 milhões em pesquisa nanotecnológica no Centro de Tecnologia da empresa. A unidade abriga cerca de 40 pesquisadores e técnicos. No total, a petroquímica direciona 1,5% de seu faturamento, de cerca de R$ 2,37 bilhões, para a pesquisa e o desenvolvimento de novos produtos. Para viabilizar a fabricação de produtos de alta tecnologia, a companhia já iniciou a construção de uma linha de produção específica, batizada de Unidade Autônoma de Extrusão, localizada na fábrica da Suzano em Mauá, na Grande São Paulo. Ela iniciará sua operação comercial no final do próximo ano e terá capacidade para produzir 24 mil toneladas anuais de resinas especiais. O grande desafio da empresa, segundo Marcondes, é desenvolver não apenas novas resinas de polipropileno com nanopartículas, mas também fazer com que elas possam ser processadas no maquinário já instalado no parque fabril nacional que compra as resinas da Suzano.

No ano passado, a Suzano registrou sua primeira patente em nanotecnologia, voltada para a obtenção de nanocompósitos com polipropileno e argila, empregando uma nova rota para compatibilizar os dois materiais. O novo material apresentou considerável avanço em suas propriedades mecânicas, como rigidez e resistência a impactos, e de barreira, relacionada à permeabilidade. “Ainda não lançamos nenhum produto com ele. Nosso objetivo no momento é apresentar o potencial das resinas de polipropileno nanoestruturadas”, diz Marcondes.

Tábua de carne - Um dos primeiros produtos nanotecnológicos da empresa foi revelado ao público no final de 2006 no II Congresso Internacional de Nanotecnologia (Nanotec), realizado em São Paulo. Foi uma resina de polipropileno com nanopartículas de prata – uma primeira versão do material utilizado na fabricação da máquina de lavar e dos colchões. A principal aplicação dessa resina é o mercado de utensílios domésticos. Com ele, a Suzano desenvolveu protótipos de uma tábua para cortar carne e de um pote plástico para acondicionar alimentos. “O pote aumenta consideravelmente o tempo de conserva de alimentos”, diz Marcondes. Já a tábua de cortar carne está livre da contaminação por bactérias que costumam se alojar nas reentrâncias provocadas pela faca. “Estamos incentivando uma de nossas parceiras, a Reflet, a produzir utensílios domésticos com a resina nanoestruturada, que é cerca de 10% mais cara do que a convencional”, diz o executivo.

A Suzano também trabalha no desenvolvimento de filmes nanoestruturados com íons de prata, que serão empregados na fabricação de embalagens para frutas, gêneros alimentícios e outros produtos. Em breve a companhia espera depositar duas novas patentes relacionadas a outras nanopartículas em áreas de aplicação com polipropileno, que, por enquanto, não podem ser detalhadas. De acordo com Marcondes, o volume de produção das resinas nanoestruturadas ainda é pequeno, mas tende a crescer na medida em que a população perceber o valor agregado dos novos produtos fabricados com elas. “A nanotecnologia nos oferece um potencial ilimitado. Estamos na pontinha do iceberg”, destaca.

Com capacidade para produzir 685 mil toneladas por ano de resinas de polipropileno, a Suzano vende produtos no mercado nacional para mais de 500 clientes e os exporta para cerca de 40 países. A petroquímica conta com três fábricas, localizadas em Mauá, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e no pólo petroquímico baiano de Camaçari. Juntas, elas fabricam mais de 60 produtos. A companhia, de capital nacional, é controlada pela Suzano Holding, que também é a principal acionista da Suzano Papel e Celulose. Investimentos atualmente realizados nas fábricas de Mauá e Duque de Caxias ampliarão a capacidade de produção da petroquímica em mais 190 mil toneladas por ano até 2008, o que vai garantir a liderança da empresa na América Latina no negócio de polipropileno.



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