domingo, maio 12, 2024

 

Tempestade geomagnética PODE DESTRUIR NANORROBÔS da COVID-19 !

 

 Fonte: https://halturnerradioshow.com/index.php/news-selections/world-news/geo-magnetic-storm-might-destroy-covid-nano-bots


A enorme tempestade geomagnética que atinge a Terra a partir das explosões solares pode DESTRUIR a nanotecnologia automontada supostamente dentro das “vacinas” COVID-19. Saia e exponha-se à tempestade neste fim de semana!

Durante anos, a maioria de nós ouviu alegações de que as vacinas contra a COVID-19 continham nanotecnologia nanorrobôs automontados que fizeram com que as pessoas começassem a emitir seus próprios sinais Bluetooth!  

Mas a tempestade geomagnética em curso que atinge a Terra, a partir das ejeções de massa coronal (CME) do Sol, pode destruir tudo isso. Os CME's provocam picos de tensão nas redes elétricas e nos transformadores. É por isso que há interrupções nos satélites, cortes de rádio em ondas curtas e um risco para dispositivos eletrônicos frágeis.

À medida que o campo magnético da Terra é impactado por todas as partículas de alta energia expelidas pelo Sol, o campo magnético “induz tensão” em objetos capazes de gerar ou utilizar eletricidade.  

Bem, esses nanorrobôs automontados estão supostamente usando nossos próprios corpos para se alimentarem.    Então, se entrarmos nesta tempestade geomagnética, o campo magnético da Terra poderá induzir tensões nesses nanorrobôs, destruindo-os!

Saia neste fim de semana.  EXPONHA SEU CORPO À TEMPESTADE GEOMAGNÉTICA. Saia e caminhe pela avenida e olhe as vitrines. Saia e caminhe - ou simplesmente sente-se - em um parque aberto. Faça alguma coisa . . . e faça isso ao ar livre.  Exponha-se à tempestade que assola o espaço acima da nossa atmosfera.

Não fará mal ao seu corpo estar ao ar livre, mas pode muito bem acabar com a porcaria viva da nanotecnologia criada pelo homem - que é muito frágil!!!!! Limpe isso imediatamente!

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quarta-feira, junho 26, 2013

 

Pesticida em Alimentos


Teste rápido detecta pesticida em alimentos [1]
Biossensor criado pela Universidade Federal de Mato Grosso usa nanotecnologia para encontrar contaminação
Aparelho foi desenvolvido para achar agrotóxico que, apesar de banido, continua a ser usado

Pensando na proteção dos trabalhadores agrícolas e nos consumidores de alimentos, um esforço conjunto da USP (Universidade de São Paulo) e da UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso) criou um teste rápido e portátil para detectar a presença de um pesticida (metamidofós) cujo uso foi banido no Brasil, mas que ainda é encontrado em lavouras brasileiras, sobretudo na região Centro-Oeste.

Hoje, a identificação do metamidofós depende de exames laboratoriais. Estados que não dispõem dessas estruturas precisam enviar suas amostras a outros lugares - principalmente São Paulo e Rio de Janeiro - para detectar a substância, processo que leva até dez dias.

Com o novo método, o agrotóxico é identificado em aproximadamente 30 minutos.

"A detecção clássica de pesticida requer treinamento de pessoal e uso de equipamentos complexos, além da resposta demorada. Com a utilização deste biossensor, daria para treinar o próprio produtor e os trabalhadores. É fácil de usar e ainda dá para levar no bolso", afirma Izabela Gutierrez de Arruda, autora do trabalho. 

Natural de Cáceres, no Estado de Mato Grosso, a pesquisadora diz que a realidade da agricultura em seu Estado, no qual trabalhadores rurais sofrem com a intoxicação pelo metamidofós, inspirou sua pesquisa.

As propriedades desse pesticida fazem com que ele seja prejudicial para as funções neurológicas. Além disso, também causa danos aos sistemas imune, reprodutor e endócrino.

O TRABALHO

O conjunto funciona nos moldes de um leitor de glicose usado por diabéticos.

Uma fita, que serve como reagente, é inserida no material a ser testado e, depois, colocada em um aparelho portátil.

O biossensor é uma película finíssima contendo a enzima acetilcolinesterase que, quando entra em contato com as moléculas do metamidofós, tem sua ação inibida. Isso diminui a produção de prótons, mudança que é "lida" pelo aparelho, levando à indicação dos índices de contaminação na amostra.

O dispositivo detecta o agrotóxico na água e também nos alimentos - que precisam ser liquidificados antes de passar pelo exame.

OUTROS USOS

"Com esse mesmo princípio, seria possível identificar também outros agrotóxicos das classes dos organofosforados ou carbamatos [que incluem outros produtos em uso no Brasil]", completa a pesquisadora.

Responsável por "abraçar" o projeto do IFSC (Instituto de Física de São Carlos) da USP, o professor Francisco Eduardo Gontijo Guimarães destaca o uso da tecnologia avançada, mas que cabe na palma da mão.

"O uso de nanomateriais potencializou os efeitos da enzima e acelerou o processo", explica o pesquisador.

Orientador do trabalho, Romildo Jerônimo Ramos, da Universidade Federal de Mato Grosso, diz que a pesquisa tem também um aspecto social muito importante, facilitando a identificação da contaminação dos lençóis freáticos e evitando que trabalhadores e moradores de regiões rurais sejam atingidos por seus graves efeitos.

O biossensor já foi registrado. A descoberta foi a primeira patente da Universidade Federal de Mato Grosso.

O grupo de estudo, que contou ainda com a participação do pesquisador Nirton Cristi Silva Vieira, aguarda agora investimentos para dar prosseguimento ao projeto, sobretudo vindo de empresas e indústrias. Os custos do aparelho devem ficar entre R$ 100,00 e R$ 200,00, mas podem ser reduzidos a depender da escala de produção.

Referência:
[1] Giuliana Miranda, Jornal Folha de São Paulo, Caderno Ciência+Saúde, pg. C7. 12 de junho de 2013.
( dê um duplo clique na figura para ampliá-la )

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sexta-feira, julho 13, 2007

 

Nanotecnologia


Já postei anteriormente, por duas vezes, informações sobre este tema [vide Magnetismo e Saúde-2, de 18.7.06, e Aplicações da Nanotecnologia, de 24.6.07]. Há alguns dias tomei conhecimento de mais alguns fatos a respeito. Diferentemente das aplicações seguras de nanopartículas na construção de utensílios [usando nanopartículas de prata, que têm efeito bactericida], do artigo da FAPESP (de 24.6.07), empresas farmacêuticas e de cosméticos estão também desenvolvendo produtos contendo nanopartículas que entram em contato direto com o nosso corpo, o que pode levar à morte de nossas células. A razão desse efeito nocivo ao nosso corpo, como já comentado anteriormente, é devido ao tamanho muito pequeno das nanopartículas, bem menor que a maioria de nossas células, o que impede nossas células de barrar completamente a entrada dessas partículas minúsculas para o interior de si mesmas. Como todas as nanopartículas são substâncias mortas, essa morte é levada para o interior das células, matando-as.

Pois bem, o que li recentemente é que a indústria cosmética brasileira já está empregando esta nanotecnologia em seus produtos [1]. Trata-se das empresas Natura e O Boticário. A Natura iniciou suas pesquisas sobre este tema há dois anos e meio e lançou recentemente o Brumas de Leite, emulsão para a pele. As partículas deste produto são quebradas e reduzidas ao serem submetidas à alta pressão em equipamentos especiais. "A tendência é que cada vez mais a cosmética se aproprie dessas novas tecnologias", defende Jean Luc Gestezi, pesquisador da Natura. Cauteloso, ele afirma que o setor não tem a abrangência da indústria farmacêutica e não pode se permitir afetar negativamente a saúde humana. Adianta, no entanto, que a Natura desenvolve novos projetos utilizando essa técnica.

Já O Boticário iniciou as pesquisas sobre nanotecnologia seis anos atrás. A linha de protetores solares usa as nanopartículas há já algum tempo, conforme afirma o gerente de marketing Telmo Campos. No ano passado O Boticário colocou no mercado o Nanoserum. Recentemente, lançou uma linha com 21 produtos que utilizam esse recurso. A pesquisa foi patenteada no Brasil e já requisitou patente no exterior. Ele também afirma que a cosmética é diferente da indústria farmacêutica: "Cosmético não é medicamento".

Note a preocupação dos representantes das indústrias de cosméticos de tentarem se diferenciar das indústrias farmacêuticas, pois todos sabem, muito bem, que os fármacos nanométricos são potencialmente mortais. Não me consta, entretanto, que a química cosmética possa ser usada como alimento: são produtos químicos que produzem efeitos fisiológicos semelhantes aos produtos químicos da indústria farmacêutica, esta comprovadamente fabricante de produtos mortais, que mandam os incautos que os ingerem mais cedo para o cemitério através do famoso (mas nunca enfatizado, obviamente) "efeito colateral". O efeito colateral é sempre mandar o hipocondríaco para o cemitério, se qualquer remédio alopático for tomado de forma contínua, sem interrupção. É bom sempre lembrar o que disse o hoje considerado Pai da Medicina, Hipócrates: "Que o seu remédio seja a sua alimentação, e que sua alimentação seja o seu remédio". Portanto, aquilo que você não puder ingerir despreocupadamente todos os dias, não será remédio, mas veneno para o seu corpo... Como não dá para comer cosméticos e produtos farmacêuticos em todas as refeições, esses produtos são venenosos para o corpo humano. Jesus já dizia: "A vida só vem da vida, e da morte só vem (doenças e) morte". Não se suicide diariamente.

Nanotecnologia chega a cosméticos

Este é o título da reportagem de hoje [15.7.07] do jornal Correio Popular, de Campinas. Como subtítulo ele relata: Produtos para a beleza confeccionados com partículas nanoscópicas já estão virando moda no Brasil e no mundo todo. A unidade chamada nanometro [10E-9 m] é igual à bilionésima parte de um metro. Nestas dimensões já atômicas, as substâncias costumam adquirir propriedades especiais.

A Europa e os EUA já investigam os possíveis danos que podem ser causados por essa tecnologia. Preocupados com os possíveis efeitos colaterais de cosméticos ou remédios à base de nanotecnologia, Europa e Estados Unidos já começam a investir pesado em pesquisas que apontem os riscos desta novidade. No Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), responsável pela liberação de medicamentos e cosméticos, ainda não realiza testes específicos com os novos produtos que utilizam essa tecnologia. Questionado pela reportagem, o órgão afirmou não ter estatística sobre quantos deles foram aprovados e estão à venda no País [Obs: provavelmente, os fabricantes não são obrigados a informar sobre o uso de nanopartículas em seus produtos]. A assessoria de imprensa informou que não há legislação nem testes específicos para nanotecnologia no País, mas que todo cosmético ou remédio passa por testes antes de ser liberado ao mercado. Os dermatologistas lembram que é preciso cautela. "Se não houver um receptor específico [na célula do nosso corpo], as pequenas partículas podem ir para a corrente sangüínea e ser prejudiciais", afirma Denise Steiner, coordenadora do Departamento de Cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Pode ocorrer absorção e alergias.

Cosmético que penetra mais na pele ganha consumidoras

Este é o título da reportagem de hoje [15.7.07] do jornal Folha de São Paulo. Ela explica que o creme com nanopartículas usa as particulas das substâncias já encontradas nos produtos usuais, porém agora reduzidas à dimensões da ordem de um bilionésimo do metro. Nanopartículas [mil vezes menores do que as micropartículas] de vitaminas e de substâncias como colágeno entram facilmente na pele e prometem fazem milagres. O fim das rugas, o clareamento das manchas da pele, a redução da celulite. Quase tudo parece possível no mundo dos cosméticos com o uso da nonotecnologia. Nova mania mundial, esses produtos começam a ganhar adeptas no Brasil.

A nanotecnologia em cosméticos nada mais é do que o uso de partículas de substâncias já comumente encontradas nos produtos atuais, como a vitamina C, reduzidas agora a cerca de um bilionésimo do metro. Sendo bem menores, elas conseguem penetrar bem mais fundo na pele e, dessa forma, agir de forma mais eficaz, explicam os pesquisadores. O problema é quando essas partículas vão parar na corrente sangüínea, como visto no artigo do Correio Popular mostrado acima.

A dermatologista Carolina Ferolla, de São Paulo, confirma que a procura por produtos com nanotecnologia tem aumentado a cada mês. "Como alguns deles precisam de receita médica, tem paciente que marca consulta só para pedir o creme. Está virando uma mania". [Interessante este detalhe: cosmético precisando de receita médica... portanto, pode ocorrer efeitos médicos colaterais, óbvio...]. O Boticário lançou neste ano o Nanopeeling Renovador (kit de esfoliação) e o Nanoserum (anti-sinais) no ano passado. Já a Natura lançou, em março, as Brumas de Leite Hidratante, que supostamente hidratam por 24 horas, tendo rápida absorção graças à nanotecnologia. Nesta semana, a Natura colocou à venda o Spray Corporal Refrescante, para o público masculino. Já a Galena Farmacêutica lançou, em maio, o X-Solve para melhorar as celulites e estrias em 30 minutos após a aplicação. Este e outros produtos desta empresa costumam estar à venda em farmácias de manipulação, mas precisam de receita médica. Já o laboratório Ada Tina tem o Corrige Lines, que promete tratamento instantâneo das rugas.

Israel Feferman, diretor de pesquisa e desenvolvimento de O Boticário, afirma que não há o que temer com substâncias toleradas pelo organismo. "Temos protocolos de testes que mostram que não há riscos. As partículas não chegam à corrente sangüínea e, em uma hipótese mínima disso acontecer com nossos produtos, usamos apenas componentes naturais, e não farmacêuticos, que são aceitos pelos nossos organismos".

Jean Luc Gestezi, cientista da Natura, explica que o tamanho de partícula utilizado pela empresa (de 150 nanometros) é seguro. "Ele é grande o suficiente para não causar efeitos colaterais indesejáveis ou adversos", afirma. [Obs: Nisso o Jean Luc pode ter razão; aumentando o tamanho das partículas nanométricas, elas podem ser barradas, pelas nossas células, para não entrarem livremente para o interior das mesmas].

O nanomundo de cada dia

Este é o título da reportagem da Revista Época [2]. Nela informa-se que a revolução da nanotecnologia vai afetar tudo em sua vida, como medicina, beleza, tecnologia, roupas, alimentos, etc. Por exemplo, na cozinha a Samsung lançou o refrigerador Silver Nano, que cria um ambiente protegido contra bactérias e fungos, com as paredes internas e as portas revestidas de nanopartículas de prata. Quando o ar circula dentro dessa geladeira, as nanopartículas penetram nas células dos microorganismos e eles morrem. Os odores desagradáveis também são evitados. Essa tecnologia acaba com 80% das bactérias em uma hora e 99,9% após 24 horas.

Já as escovas de cabelo profissionais Vertix têm cerdas de náilon enriquecidas com íons de prata, que torna o produto mais resistente e com ação antibactericida.

Note sempre a relação de nanopartículas com a morte (de microorganismos).

Referências:
[1] Silvana Guaiume, "Novos Caminhos: Camada Profunda", Revista Metrópole do jornal Correio Popular, Campinas-SP, 8.julho.2007.
[2] Cristiane Segatto, "O nanomundo de cada dia", Revista Época, n. 397, pp. 26-31, 26.12.05.

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domingo, junho 24, 2007

 

Aplicações da Nanotecnologia


A nanotecnologia consiste na obtenção de partículas de matéria com dimensões da ordem de um bilionésimo de metro (= 10E-9 metro). Esta é uma tecnologia perigosa para as células do corpo humano, pois as partículas nanométricas têm dimensões menores do que as dimensões das células de nosso corpo. Isso faz com que as nossas células não consigam opor muita resistência à entrada dessa partículas em nosso corpo, algo perigoso (principalmente quando presentes em medicamentos e cosméticos). No entanto, certas aplicações nanométricas parecem estar surgindo na forma não-prejudicial ao nosso corpo, conforme pode ser observado no artigo da Revista Pesquisa Fapesp, de junho 2007, apresentado abaixo.

Convém notar que a prata é um elemento bactericida conhecido desde a remota antiguidade. Daí as baixelas de prata. A prata tem sido muito usada para tratar pessoas atingidas por queimaduras graves (evita a infecção da pele, por seu uso tópico) e para colocar nos olhos de recém-nascidos. É muito usada terapeuticamente a solução de prata coloidal, em medicina alternativa, como antibiótico universal, sem ter qualquer efeito colateral relevante (o que não ocorre com os antibióticos convencionais, vendidos em farmácias alopáticas). É esse efeito bactericida/germicida/fungicida da prata nanométrica que é explorado nas aplicações citadas no artigo abaixo. RFS.

Tecnologia :: Nanotecnologia
Múltiplas utilidades
Resinas nanoestruturadas funcionam como bactericidas e fungicidas em máquinas de lavar roupa e colchões

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© Eduardo Cesar
Cuba de lavadora produzida com polipropileno e prata: efeito bactericida

Investir em nanotecnologia tem sido uma das estratégias da Suzano Petroquímica, nos últimos anos, para se lançar em novos mercados e continuar ampliando seus negócios. A empresa é líder na América Latina na produção de resinas de polipropileno e segunda maior produtora de resinas termoplásticas no Brasil, duas matérias-primas versáteis empregadas na fabricação de embalagens plásticas, frascos para cosméticos e produtos de higiene, utensílios domésticos, peças automotivas e produtos têxteis. Em maio passado, a companhia apresentou, durante a 11ª Feira Internacional da Indústria do Plástico, a Brasilplast 2007, realizada em São Paulo, dois produtos elaborados a partir das pesquisas em nanotecnologia: uma resina especial de polipropileno nanoestruturado com partículas de prata utilizada para fabricação de eletrodomésticos da linha branca, como máquinas de lavar roupa, e uma nova resina com nanopartículas para fabricação de fios e fibras para produção de colchões.

A principal característica das duas inovações, de acordo com o engenheiro de materiais Cláudio Marcondes, gerente de desenvolvimento de novos produtos da companhia, é sua ação bactericida e fungicida. A petroquímica prevê que, dentro de três anos, cerca de 10% de sua receita será fruto das pesquisas em nanotecnologia. “Com o uso desse novo ramo do conhecimento, estamos agregando valor aos nossos produtos”, diz Marcondes.

A nova máquina de lavar está sendo produzida em parceria com a Suggar, fabricante de eletrodomésticos no país, com sede em Belo Horizonte. O aparelho é um dos primeiros produzidos no Brasil com o uso de nanotecnologia na matéria-prima. A nanotecnologia – que é a construção de estruturas e materiais em escala nanométrica, em medidas equivalentes a 1 milímetro dividido por 1 milhão de vezes – permite a fabricação de produtos com características diferenciadas, porque modifica as propriedades dos materiais no nível atômico. A resina nanoestruturada de polipropileno com partículas de prata da Suzano é empregada na fabricação da cuba das lavadoras, recipiente onde é colocada a roupa, conferindo ação antimicrobiana à peça. O efeito desinfetante da resina acontece por meio das cargas positivas (íons) da prata – um material conhecido por sua propriedade bactericida há séculos –, que atraem as cargas negativas das bactérias e causam a ruptura de sua membrana celular em função da diferença de potencial entre a parte interna e externa do microorganismo, provocando sua morte.

A nova tecnologia, segundo o diretor industrial da Suggar, Marcelo Emrich Soares, permitirá a eliminação de 99,9% das bactérias que se desenvolvem na cuba das lavadoras, trazendo mais higiene e qualidade ao processo de lavagem de roupas. “O ambiente dentro da máquina fica livre de contaminação e preparado para novas lavagens. A nova resina também confere mais resistência e durabilidade ao produto”, garante Soares. Por enquanto, o polipropileno aditivado com nanopartículas de prata está sendo aplicado apenas na linha de lavadoras semi-automáticas, segmento no qual a Suggar tem participação expressiva, com cerca de 30% das vendas. Mas já existe um entendimento entre as duas empresas para a aplicação da nanotecnologia em outros tipos de eletrodoméstico. Até o momento, a Suzano forneceu 100 toneladas de polipropileno nanoestruturado para produção das lavadoras. Como cada cuba tem cerca de 6 quilos, a matéria-prima é suficiente para fabricação de quase 17 mil máquinas.

Colchões higiênicos - A resina especial utilizada na fabricação de fios e fibras de colchões é outro desdobramento da pesquisa da petroquímica com novos materiais nanoestruturados com prata. De acordo com a Suzano, o desenvolvimento do produto consumiu um ano de pesquisas e sua aplicação é bastante variada, podendo ser usado em colchões de hospitais, residências e hotéis. Outra vantagem é que a ação bactericida do produto não tem prazo de validade. Como a higienização de colchões não é um processo muito comum, a ação da resina contribui para a manutenção de um ambiente saudável, evitando a disseminação de infecções. A resina é fornecida para a fabricante catarinense de produtos têxteis Döhler, que já está produzindo fios e fibras e fornecendo-os para a empresa Castor, responsável pela confecção dos colchões com estruturas nanoestruturadas. “Acreditamos que o produto deverá chegar ao mercado em dois meses”, diz Cláudio Marcondes, da Suzano.

Os trabalhos em nanotecnologia na Suzano são coordenados pelo químico Adair Rangel, que iniciou o estudo e o desenvolvimento de novos materiais nanoestruturados há apenas três anos, quando fazia o doutorado no Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Nesse período foram investidos R$ 20 milhões em pesquisa nanotecnológica no Centro de Tecnologia da empresa. A unidade abriga cerca de 40 pesquisadores e técnicos. No total, a petroquímica direciona 1,5% de seu faturamento, de cerca de R$ 2,37 bilhões, para a pesquisa e o desenvolvimento de novos produtos. Para viabilizar a fabricação de produtos de alta tecnologia, a companhia já iniciou a construção de uma linha de produção específica, batizada de Unidade Autônoma de Extrusão, localizada na fábrica da Suzano em Mauá, na Grande São Paulo. Ela iniciará sua operação comercial no final do próximo ano e terá capacidade para produzir 24 mil toneladas anuais de resinas especiais. O grande desafio da empresa, segundo Marcondes, é desenvolver não apenas novas resinas de polipropileno com nanopartículas, mas também fazer com que elas possam ser processadas no maquinário já instalado no parque fabril nacional que compra as resinas da Suzano.

No ano passado, a Suzano registrou sua primeira patente em nanotecnologia, voltada para a obtenção de nanocompósitos com polipropileno e argila, empregando uma nova rota para compatibilizar os dois materiais. O novo material apresentou considerável avanço em suas propriedades mecânicas, como rigidez e resistência a impactos, e de barreira, relacionada à permeabilidade. “Ainda não lançamos nenhum produto com ele. Nosso objetivo no momento é apresentar o potencial das resinas de polipropileno nanoestruturadas”, diz Marcondes.

Tábua de carne - Um dos primeiros produtos nanotecnológicos da empresa foi revelado ao público no final de 2006 no II Congresso Internacional de Nanotecnologia (Nanotec), realizado em São Paulo. Foi uma resina de polipropileno com nanopartículas de prata – uma primeira versão do material utilizado na fabricação da máquina de lavar e dos colchões. A principal aplicação dessa resina é o mercado de utensílios domésticos. Com ele, a Suzano desenvolveu protótipos de uma tábua para cortar carne e de um pote plástico para acondicionar alimentos. “O pote aumenta consideravelmente o tempo de conserva de alimentos”, diz Marcondes. Já a tábua de cortar carne está livre da contaminação por bactérias que costumam se alojar nas reentrâncias provocadas pela faca. “Estamos incentivando uma de nossas parceiras, a Reflet, a produzir utensílios domésticos com a resina nanoestruturada, que é cerca de 10% mais cara do que a convencional”, diz o executivo.

A Suzano também trabalha no desenvolvimento de filmes nanoestruturados com íons de prata, que serão empregados na fabricação de embalagens para frutas, gêneros alimentícios e outros produtos. Em breve a companhia espera depositar duas novas patentes relacionadas a outras nanopartículas em áreas de aplicação com polipropileno, que, por enquanto, não podem ser detalhadas. De acordo com Marcondes, o volume de produção das resinas nanoestruturadas ainda é pequeno, mas tende a crescer na medida em que a população perceber o valor agregado dos novos produtos fabricados com elas. “A nanotecnologia nos oferece um potencial ilimitado. Estamos na pontinha do iceberg”, destaca.

Com capacidade para produzir 685 mil toneladas por ano de resinas de polipropileno, a Suzano vende produtos no mercado nacional para mais de 500 clientes e os exporta para cerca de 40 países. A petroquímica conta com três fábricas, localizadas em Mauá, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e no pólo petroquímico baiano de Camaçari. Juntas, elas fabricam mais de 60 produtos. A companhia, de capital nacional, é controlada pela Suzano Holding, que também é a principal acionista da Suzano Papel e Celulose. Investimentos atualmente realizados nas fábricas de Mauá e Duque de Caxias ampliarão a capacidade de produção da petroquímica em mais 190 mil toneladas por ano até 2008, o que vai garantir a liderança da empresa na América Latina no negócio de polipropileno.



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terça-feira, julho 18, 2006

 

Magnetismo e Saúde - 2


MAGNETISMO NO INTERIOR DO CORPO


O corpo humano é uma máquina que funciona utilizando sinais eletromagnéticos. Cada célula do corpo recebe esses sinais do cérebro através de um sistema nervoso central. A comunicação eletromagnética entre cada uma das 60 trilhões de células do nosso corpo depende da presença do campo magnético terrestre. Em outras palavras, se o campo magnético terrestre se anular, o sistema de comunicação entre as células irá cessar. Isso, obviamente, iria causar a morte do corpo físico, já que cada célula iria se comportar de forma independente das outras células, o caos! Daí, novamente, a constatação de grande quantidade de fósseis quando da reversão (passando pela anulação) do campo magnetostático da Terra, como vimos anteriormente.

No interior do corpo o campo magnético presente é devido a duas fontes: 1. uma componente desse campo magnético é produzida pelo próprio corpo (via mente e metabolismo); 2. outra componente magnética é devida ao campo magnético do planeta (que possui, por sua vez, uma componente estática e outra dinâmica, principalmente na ressonância Schumann). O magnetismo gerado internamente no corpo não é suficiente para sustentar a sua vida. Como conseqüência, os humanos possuem uma total dependência de uma fonte externa de magnetismo (geralmente fornecido pela Terra). Como vimos, o campo magnético fornecido pela Terra tem diminuído de intensidade nos últimos milênios. O corpo humano se adaptou à essa diminuição da energia magnética natural planetária, mas uma hipótese razoável é supor que houve, também, uma perda correspondente na vitalidade fisiológica e na eficiência de todas as funções do corpo.

Esta menor eficiência corporal poderia explicar a diminuição substancial do período de vida humana ao longo das eras históricas. Na Bíblia, os primeiros humanos tinham períodos de vida próximos de 1.000 anos, quando o campo magnético era mais intenso que o atual. Já nos Vedas, que abarcam períodos muito mais antigos (e cíclicos!), temos relatados os seguintes períodos de vida típicos:

1. Primeira Era (Era de Ouro) = Satya Yuga; período de vida típico: 100.000 anos.
2. Segunda Era (Era de Prata) = Treta Yuga; período de vida típico: 10.000 anos
3. Terceira Era (Era do Cobre) = Dvapara Yuga; período de vida típico: 1.000 anos (era bíblica)
4. Quarta Era (Era de Ferro) = Kali Yuga (atual); período de vida típico: 100 anos (se tiver uma vida regrada)

A idéia básica das terapias magnéticas (magnetoterapias) é colocar o corpo em contato com campos magnéticos que simulem os campos magnéticos presentes nestes passados distantes, levando a um melhor desempenho geral no funcionamento do corpo. Este é o motivo da recomendação, por exemplo, para se dormir em uma cama magnética, com travesseiro magnético, e para beber água imantada, que foi também submetida a um campo magnetostático mais intenso que o fornecido atualmente pelo planeta.

ÁGUA SOB CAMPO MAGNÉTICO

A maior parte de nosso corpo é constituída de moléculas de água (H2O, constituída de 2 átomos de hidrogênio e um de oxigênio): quase 80% ao nascer e algo próximo de 40% ao morrer com idade avançada. Portanto, nossa vida é um processo contínuo de desidratação, verificável pelo aparecimento de rugas no nosso rosto a partir de certa idade (de certo grau de desidratação). A água responde facilmente a certas influências físicas (como o campo magnético, a temperatura, etc) e mentais/emocionais. Isto ocorre porque a molécula de água é neutra (sem carga elétrica total) mas é também polar: o centro das cargas positivas e negativas (de mesma intensidade) não coincidem, e acabam formando uma molécula que possui um dipolo elétrico, que pode ser movido pela presença de um campo elétrico ou magnético no local em que tal molécula estiver presente.

O cientista japonêz Masaru Emoto [1] mostrou, através de fotografias tiradas com um microscópio, que a água pode ser considerada como um gravador magnético de emoções/sentimentos: moléculas de água sem qualquer estruturação entre si (em águas poluídas, água destilada artificialmente, etc) passam a ter uma estruturação (junção eletrostática de moléculas polares de água vizinhas) com formato básico hexagonal, quando sujeitas a uma oração dirigida a ela, um bom sentimento (de amor, de agradecimento), sob a influência de um texto escrito com boas palavras ou sob o efeito de uma boa música clássica (heavy metal desestrutura a água!). Por que a boa estruturação (junção) das moléculas de água é importante para nossa saúde? Porque essa melhor estruturação permite que esses conjuntos de moléculas possam ser absorvidos por nossas células, hidratando-as e evitando o processo desidratante do envelhecimento (e de geração de doenças).

Existe um brinquedo infantil que consiste em conseguir passar alguns blocos cilíndricos, de seções transversais diversas, através de uma placa com furos com os formatos dessas seções transversais. Caso semelhante ocorre com os grupamentos de moléculas de água presentes juntos da célula, mas ainda no seu exterior: para a "boca" da célula poder engulir um certo grupamento de moléculas de água, esse grupamento deve ser adequado (em particular, não muito grande, pois caso contrário, não irá passar pela "boca" da célula; tente comer uma maçã inteira, sem dividí-la em pedaços...). A aplicação de campo magnético (e emoções positivas) na água ajuda na obtenção de uma melhor agrupamento das moléculas polares da água. As moléculas de água líquida se agrupam (grudam) entre si porque cada molécula de água é polar e possuem cargas positiva e negativa separadas espacialmente; portanto, uma molécula de água irá ter sua parte positiva atraída pela parte negativa da molécula de água vizinha e assim sucessivamente, podendo formar aglomerados de muitas moléculas "coladas" entre si; se esses ajuntamentos forem muito grandes, não irão conseguir passar pela "boca" reduzida da célula. Como no brinquedo infantil citado, se os blocos forem muito pequenos, passarão todos pelos buracos (bem maiores, relativamente) da placa (bocas das células, no nosso caso).

Neste ponto, é importante nos acautelarmos com uma nova tecnologia que está surgindo: nanotecnologia. É uma técnica que permite a construção de estruturas cerca de mil vezes menor do que as utilizadas em microcircuitos eletrônicos. Uma das áreas de nanotecnologia consiste na fabricação de fármacos e produtos de beleza utilizando partículas de dimensões nanométricas. Devido ao seu minúsculo tamanho, essas partículas passam facilmente pela "boca" das nossas células, indo parar no interior da célula. Como essas nanopartículas não ocorrem normalmente na natureza e são partículas mortas (sem vida), e como "Da morte só vem morte" (Jesus), essas partículas mortas dentro da célula irão matar a célula [a célula não consegue barrar a entrada dessas partículas para o seu interior, devido aos seus tamanhos extremamente reduzidos]. Portanto, evite o uso, junto ao seu corpo, de produtos que usem nanotecnologia, para preservar a saúde de suas células!

[continua]

Referências:
[1] Masaru Emoto, As Mensagens da Água, Editora ISIS, 2004.

Para saber mais:
1. http://mais.uol.com.br/view/60lcne84cc19/a-importncia-do-magnetismo-na-sade-humana-0402366AD4A96326?types=A&

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