quinta-feira, maio 23, 2024

 

Os Sonhos

Deus nos fez para sermos alegres e felizes. Se não estamos permanentemente nesta condição, é porque estamos usando inadequadamente o presente que Ele nos deu, o livre arbítrio. Se fizermos uma auto-análise rigorosa poderemos idenficar nossos hábitos que estão nos afastando da alegria e da felicidade. O problema com a auto-análise é que ela sempre é feita com a contaminação das nossas crenças enraizadas, nossos preconceitos, que acaba distorcendo a análise. A psicoanálise freudiana procura investigar esta área através da interpretação dos sonhos. Para a pessoa comum esta via é bastante complicada. Porém, o ditado esotérico "Assim fora, como dentro" pode nos auxiliar em nossa auto-avaliação.

Diariamente, nossa essência passeia entre dois mundos: durante nosso período de vigília, vivemos na fisicalidade (3D), nosso mundo "de dentro", e, durante nosso período de sono, vamos passear no mundo astral (4D), nosso mundo "de fora". É comum retermos algumas lembranças (amostras) de nossos passeios astrais através do que nós chamamos "sonhos". Agora, se lançarmos mão do "Assim fora, como dentro", se nossos sonhos não são lindos, coloridos, alegres e felizes (lá fora), isso significa que nossa vida encarnada (aqui dentro) não anda nada boa: está na hora de proceder a uma auto-análise honesta para melhorar a nossa saúde física e mental.

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sábado, dezembro 05, 2009

 

Seja feita a Sua vontade

"Seja feita a Sua vontade, não a minha"

Por que esta frase nos sinaliza o caminho certo? Porque Ele (Deus) foi quem construiu o nosso corpo físico e nos deu ele de presente (por algum mérito que possuímos). O Construtor sabe consertar melhor o que Ele construiu, do que a coisa construída (nós) consertar a si mesmo. Somos instrumentos de Deus. Portanto, deveríamos aceitar ser instrumentos dóceis de Seu amor e de Sua paz.

Por que sofremos e sentimos dor física e mental? Isso ocorre por causa de nossa resistência (que gera atrito) em fazer a coisa certa; em outras palavras, por causa de nossa persistência em fazer a coisa errada! Todos nós temos um Cristo Interno (um médico interno, que está de plantão 24 horas por dia) que irá resolver nossos problemas, se não colocarmos obstáculos para isso, usando a nossa vontade ("Seja feita a Sua vontade"...)!

Por exemplo, suponha que surja um mal estar em alguma parte de seu corpo (nos dentes, por exemplo). Normalmente, nesta situação, o Cristo Interno faz com que você perca a fome. Portanto, você dereria "escutar este pedido" do seu médico interno e não inserir qualquer substância na boca, até que a sensação de fome volte novamente. Em outras palavras, para colaborar com o médico interno deve-se iniciar um jejum absoluto, não fazendo nada! Nessa situação, deveríamos ir deitar em nossa cama, fechar os olhos, abrir as janelas (para que um ar limpo esteja presente no nosso quarto) e tentar dormir. Este procedimento minimiza o dispêndio de energia feito pela utilização do corpo e maximiza a energia que o Cristo Interno irá mobilizar para sanar o problema que aflige o corpo. Após acordar, você estará se sentindo muito melhor. Por que? Porque a sabedoria do Cristo Interno é muito maior do que a nossa. A nossa sabedoria iria nos sugerir que fizéssemos alguma coisa, o que iria atrapalhar a ação do nosso médico interno.

É bom lembrar que todos os obstáculos que surgem no nosso caminho (gerando dores e sofrimentos) surgem devido à ação de nossa Equipe de Supervisão (espiritual; um dos elementos desta equipe é chamado de Anjo da Guarda) que nos ama, é muito sábia e sempre atua a nosso favor: o incômodo que sentimos é para nos alertar para pensarmos sobre isso e para nos deviar do abismo à nossa frente, no qual cairemos se continuarmos com os nossos hábitos usuais. Sempre que algo desagradável nos acontece, deveríamos fazer a pergunta: "O que a minha Equipe de Supervisão está querendo me alertar com isso?". Em outras palavras, deveríamos fazer uma auto-análise sincera e corrigir algum erro (ou erros) que nos levou àquela situação desconfortável. O caminho errado é tomar algum remédio para anestesiar o desconforto e continuar fazendo as coisas erradas que levou ao surgimento do problema. Quem tem dor de cabeça por tomar cachaça, não deve tomar aspirina para combater a dor de cabeça, deve parar de tomar cachaça! Você já reparou que os cachorros, quando estão com algum problema físico, ficam quietinhos em um canto e fazem jejum absoluto? Podemos aprender com eles...


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segunda-feira, maio 25, 2009

 

A Batata Quente

SANDRA SEPULVEDA

sandra.sepulveda@terra.com.br


Muitos de nós têm um péssimo hábito: rever o passado e julgar negativamente os próprios atos concluindo que não fez o melhor que deveria ter feito. Com isso, acaba entrando em culpa e se oprimindo, deturpando a autoimagem.


O fato é que muitas situações em nossa vida são como batatas quentes nas mãos. Incomodam, machucam e, naquele momento, não podem ser transferidas a outro lugar ou a alguém.


A batata quente nos obriga a tomar decisões e a fazer escolhas sob grande pressão. Não há muito tempo para pensar e a possibilidade dela queimar e a dor aumentar, implica em uma ação rápida.


Essa situação absorve tanta atenção que diminui o grau de nossa percepção interna e externa, como também de suas variáveis e, consequentemente, diminui o grau de nossa consciência para fazer a escolha.


Então, tomar uma decisão com uma batata quente nas mãos não é tarefa fácil. Torna-se mais complicado ainda quando, ao rever e julgar nossas atitudes passadas, não levamos em conta nada disso.


Ignorando a batata quente que tínhamos nas mãos, analisamos as escolhas passadas sobre pontos de vistas e graus de consciência completamente diferentes e nos julgamos duramente, chegando a uma série de conclusões negativas a nosso próprio respeito. E, por uma tendência da mente às generalizações, estas conclusões negativas tornam-se rótulos, como por exemplo: “Sou um burro”, “Não sei me defender”, “Só escolho o pior”, etc.


Esses rótulos negativos ficam impregnados na autoimagem tornando-se verdades absolutas que enfraquecem a autoestima e servem de referencial para decisões futuras.


Portanto, quando buscar rever uma escolha passada, lembre-se de levar em conta a existência da batata quente e tenha presente que você fez o melhor que podia dentre as limitações que existiam naquela ocasião.


Um ótimo maio para você!


Referência: http://www.jornalzen.com.br/

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